Secretaria de Saúde de Trindade realiza mais uma audiência pública

A Secretaria de Saúde de Trindade realizou mais uma audiência pública que aconteceu dia 27 de novembro das 08h às 12h, na Câmara de Vereadores do município.

Na ocasião a população presente ficou por dentro do 1º e 2º relatório detalhado do quadrimestre anterior dos meses de janeiro a abril e Maio a Agosto de 2018.

Prefeitura de Trindade e Secretaria de Saúde, Seguem Avançando.

#Saúde #Avante #Trindade

Dr Everton Costa
Prefeito

Bolsonaro afirma que programas sociais serão submetidos a auditoria

Por Fernanda Rouvenat, G1 Rio

O presidente eleito Jair Bolsonaro marcha durante cerimônia do aniversário da Brigada Paraquedista, na Vila Militar, no Rio de Janeiro — Foto: Fernanda Rouvenat / G1

O presidente eleito Jair Bolsonaroafirmou neste sábado (24) no Rio de Janeiro que não pretende acabar com programas sociais, mas disse que todos passarão por auditoria.

O objetivo, segundo ele, é fazer com que as pessoas com capacidade para trabalhar estejam no mercado de trabalho e não sejam dependentes do Estado.

“Projeto social tem que ser para tirar a pessoa da pobreza e não para mantê-la num regime de quase dependência. Nós não queremos nenhum brasileiro dependendo do Estado”, afirmou.

Segundo ele, o objetivo é identificar os que podem trabalhar para integrá-los ao mercado de trabalho.

“Logicamente, ninguém será irresponsável a ponto de acabar com qualquer programa social, mas todos serão submetidos a auditoria para que aqueles que podem trabalhar entrem no mercado de trabalho e não fiquem dependendo do Estado a vida toda”, disse.

Bolsonaro deu as declarações em entrevista após participar da comemoração do 73º aniversário da Brigada de Infantaria Paraquedista, na Vila Militar, no Rio de Janeiro.

Estado de saúde

Durante a cerimônia, Bolsonaro marchou pela Vila Militar ao lado de outros ex-paraquedistas. Ele disse ter desobedecido “um pouquinho” as recomendações médicas, mas destacou que a “vibração” do evento ajuda na recuperação.

“Não tem problema. Eu não posso é me submeter ao esforço prolongado. Reconheço que até desobedeci um pouquinho a recomendação médica, mas, afinal de contas, essa vibração aqui é muito bem vinda e ajuda na recuperação”, afirmou.

O presidente eleito Jair Bolsonaro marcha durante cerimônia do aniversário da Brigada Paraquedista, na Vila Militar, no Rio de Janeiro — Foto: Fernanda Rouvenat / G1

Cirurgia

O presidente eleito passou por uma nova avaliação médica nesta sexta-feira (23), em São Paulo. Em razão de uma inflamação, os médicos decidiram adiar para depois da posse a cirurgia que estava marcada para o próximo dia 12.

O objetivo da cirurgia é retirar a bolsa de colostomia que Bolsonaro usa desde que foi operado em razão de uma facada sofrida em um atentado durante a campanha eleitoral.

Ele afirmou que foi orientado a voltar ao hospital no dia 19 de janeiro para uma nova consulta e, se os médicos constatarem melhora do quadro, poderá ser submetido à cirurgia no dia seguinte.

Formação do governo

Questionado sobre quando terminará de anunciar os nomes da equipe de governo, Bolsonaro disse que tudo precisa ser “muito bem discutido”.

“Falta a gente conversar melhor com aqueles que nós pretendemos colocar nesses ministérios. Todos os ministérios são importantes. Tem que ser muito bem discutido. A gente não pretende anunciar um nome e lá na frente trocar”, disse.

Ministro da Educação

Ele respondeu ainda a críticas por supostamente ter trocado o futuro ministro da Educação. Antes do anúncio do colombiano naturalizado Ricardo Vélez Rodríguez, o cotado para o posto era Mozart Ramos, do Instituto Ayrton Senna, que sofreu resistência da bancada evangélica na Câmara.

Segundo Bolsonaro, não houve pressão. Ele voltou a dizer que não havia decidido por nenhum nome antes de indicar Rodríguez para o cargo.

“A bancada evangélica é muito importante. Não é só para mim não, é para o Brasil. Reconheço o valor deles. Essa pessoa indicada, pelo que eu sei, não é evangélica, mas atende aquilo que a bancada evangélica defende: os princípios e valores familiares, o respeito à criança. Formar no final da linha alguém que seja útil para o Brasil, não para o seu partido”, afirmou.

Mais Médicos

O presidente eleito voltou a criticar o que chamaou de “regime de escravidão” de médicos cubanos no programa Mais Médicos. Na semana passada, o governo cubano anunciou o rompimento do contrato pelo qual fornecia médicos para o programa. Com isso, mais de 8 mil profissionais começaram a voltar para Cuba.

Para Bolsonaro, o envio de cubanos para o Brasil “destruiu famílias”.

“Tem muitos cubanos que têm família lá em Cuba e já constituíram novas famílias aqui. Esse projeto destruiu famílias e nós não podemos admitir isso. Muita mulher cubana está aqui há um ano sem ver o filho. Isso é um ato criminoso praticado pelo governo de Cuba – que para mim não é novidade – e pelo desgoverno do PT”, declarou.

Venezuelanos

Sobre os venezuelanos que chegaram ao Brasil fugindo da crise social no país, Bolsonaro afirmou que não se pode deixá-los à própria sorte nem deixar a solução somente para o governo de Roraima.

“Eles estão fugindo de uma ditadura apoiada pelo PT, Lula e Dilma. Não podemos deixá-los à própria sorte e que o governo de Roraima resolva a situação. O que falta aos governos do Brasil é se antecipar ao problema”, disse.

Para o presidente eleito, uma das soluções seria criar um campo de refugiados, além de se estabelecer um controle rígido. Segundo ele, os venezuelanos “não são mercadorias para serem devolvidos”.

Moro anuncia que Ministério da Justiça terá Secretaria de Operações Policiais Integradas

Futuro ministro anunciou o delegado da Polícia Federal Rosalvo Franco para comandar a secretaria. Ele também disse que delegado Fabiano Bordignon vai comandar o Departamento Penitenciário.

Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

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O futuro ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, Sério Moro, anunciou nesta segunda-feira (26) que a pasta vai ter uma Secretaria de Operações Policiais Integradas.

O escolhido do futuro ministro para comandar secretaria foi o delegado da Polícia Federal Rosalvo Franco, ex-superintendente da PF no Paraná, que atuou na Operação Lava Jato.

Durante a carreira de juiz, Moro foi responsável pelo processos da Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal em Curitiba. Rosalvo já vinha auxiliando o futuro ministro na equipe de transição e almoçou com ele nesta segunda, junto de outros colegas da equipe.

De acordo com Moro, o objetivo da nova secretaria será integrar os trabalhos das polícias estaduais e a Polícia Federal.

“A ideia da secretaria é coordenar operações policiais a nível nacional. Hoje nós temos muitos grupos criminosos que transcendem as fronteiras estaduais, e essa ação precisa muitas vezes de coordenação a nível nacional”, explicou.

“Isso já é feito, de certa maneira, dentro do Ministério da Segurança Pública, mas a criação de uma secretaria específica para isso é de todo oportuno”, completou o futuro ministro.

Rosalvo Ferreira Franco atuava como superintendente regional da PF no Paraná — Foto: Reprodução/RPC

Rosalvo Ferreira Franco atuava como superintendente regional da PF no Paraná — Foto: Reprodução/RPC

Ele também afirmou que a secretaria não vai invadir as autonomias dos estados.

“Não é trazer as polícias para o comando do Ministério da Justiça, mas fazer a coordenação”, concluiu.

Mesmo após reprovação de Bolsonaro, futuro ministro da Saúde volta a defender avaliação periódica para médicos

Mandetta diz que é contra avaliação de proficiência, para recém-formados, como a aplicada pela OAB, mas quer que profissionais já em atividade passem por exame em determinados períodos de tempo.

Por G1 MS

Futuro ministro da Saúde do governo Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) — Foto: Reprodução/TV Morena

futuro ministro da Saúde, deputado sul-mato-grossense Luiz Henrique Mandetta (DEM), voltou a defender nesta segunda-feira (26) a realização de uma avaliação periódica para os médicos em atividade no país, mesmo com o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), que o convidou para assumir a pasta, já tendo se manifestado contrário a proposta.

Mandetta citou a proposta inicialmente em uma entrevista ao Globo, deste domingo (25). No mesmo dia, Bolsonaro disse que era contra a medida. “Sou contra o Revalida para médicos brasileiros. Ele [Mandetta] está sugerindo Revalida com certa periodicidade. Sou contra porque vai desaguar na mesma situação que acontece com a OAB. Não podemos formar jovens no Brasil – cinco anos no caso de bacheréis em direito – e depois submetê-los a serem boys de luxo em escritórios de advocacia”, afirmou o presidente eleito.

Nesta segunda, mesmo com a reprovação do presidente eleito, o futuro ministro da Saúde em entrevista ao Bom Dia MS, voltou a defender a proposta, dizendo que ela deve fazer parte de um novo marco regulatório para a medicina e outras profissões da área.

Ao telejornal, Mandetta disse ainda que é contrário a submeter o médico recém-formado a um exame de proficiência, nos moldes do aplicado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para que ele possa exercer a profissão.

“Exame para médico recém-formado, nos moldes da OAB, não. E por que não? Porque, primeiro esse jovem médico está deixando a universidade após 7.400 horas de capacitação. É o maior tempo de capacitação no Brasil. Nós não podemos pegar esse profissional, depois de todo o investimento feito nele, pelo mercado ou mesmo pelo governo brasileiro, por meio de políticas públicas, como o Fies e resumir tudo isso em uma prova e dizer que ele não pode exercer. Não é essa a ideia”, explicou.

O futuro ministro disse que em vez dessa proposta, que está tramitando por meio de um projeto no Senado, a ideia é criar um novo marco regulatório para a medicina, já que o atual, que criou o Conselho Federal de Medicina, é do governo Juscelino Kubitschek, em 1956.

Ele argumentou que que isso possibilita, por exemplo, que alguém que tenha se formado em medicina, há 20, 30 anos, fez seu registro no conselho e nunca tenha exercido a profissão, possa, no momento em que desejar, começar a trabalhar na área, mesmo sem ter passado por nenhum tipo de atualização, como ter participado de um congresso, um curso ou mesmo lido um livro da área, em todo esse período de inatividade.

“A licença profissional permite isso hoje, possibilita esse tipo de situação. O que a maioria dos países faz atualmente é a avaliação seriada. Tem países em que ela é feita a cada 10 anos, outros a cada 5 anos e outros a cada 15. Nós vamos ter que discutir qual seria a nossa, para que possamos justamente acompanhar como vai ser o exercício profissional do médico brasileiro”, relata.

Outro aspecto que deverá ser contemplado neste novo marco regulatório da medicina, conforme Mandetta, é o da formação profissional.

“Depois, nós temos uma série de atitudes e ações que têm de ser feitas não sobre o aluno recém-formado, mas sobre a graduação. Entre 2014 e 2015 passamos de 148 para 323 faculdades de medicina. É um número muito grande. Não sabemos como é que são os mestres, os professores, o corpo didático e o conteúdo. Provavelmente teremos excelentes cursos, mas também medianos e cursos muito frágeis. Ao invés de fazer a proficiência do aluno, nós temos que fazer a avaliação da graduação, da faculdade, sob a pena de que se não fizemos, o mercado vai fazer”.

O futuro ministro ressaltou ainda que além da medicina, outras profissões da área de saúde também requerem um marco regulatório atualizado, para que sejam feitas discussões como a do ensino à distância para o setor.

Vizinhos acham que o Brasil quer invadir a Venezuela

Cuidado, que a China segura o Maduro em pé!

 

publicado23/11/2018

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(Charge: Amarildo)

Conversa Afiada reproduz trecho de análise de Guilherme Evelin, da Época (do Globo):

Análise: O adulto na sala é Mourão 

O presidente Michel Temer recolheu durante a última reunião da Cúpula Ibero-Americana, na Guatemala, nos dias 15 e 16 de novembro, várias manifestações de apreensão. Os chefes de governo e de Estado da América Latina estão inquietos em relação ao futuro governo de Jair Bolsonaro no Brasil. O motivo é um só: Venezuela. A aflição se deve às incertezas sobre qual será a atitude que o presidente eleito adotará a partir de 1º de janeiro para lidar com o regime autoritário do presidente Nicolás Maduro. A Venezuela é hoje um país em colapso econômico e humanitário de onde um enorme contingente de imigrantes está fugindo em direção aos países vizinhos.

A inquietação dos vizinhos aumentou com uma série de sinais, depois da eleição de Bolsonaro, de que está próxima uma inflexão tanto por parte dos Estados Unidos quanto do Brasil. Os dois principais países da região parecem prontos para endurecer com a Venezuela. Nos EUA, o governo Donald Trump passou a se referir ao regime chavista na Venezuela como integrante, junto com Cuba e Nicarágua, da “troika da tirania” e do “triângulo do terror” na América Latina.

A expressão foi usada num discurso, no começo do mês, em Miami pelo linha-duríssima John Bolton, conselheiro de segurança nacional de Trump, que se encontrará na próxima semana com Bolsonaro no Rio de Janeiro. Segundo o jornal The Washington Post , os EUA estão estudando a inclusão da Venezuela na sua lista de países que financiam o terrorismo – na qual aparecem hoje Irã, Sudão, Síria e Coreia do Norte, todos “párias internacionais” aos olhos do governo americano.

Bolton saudou as eleições de Bolsonaro e do direitista Iván Duque, na Colômbia, como “sinais positivos para o futuro da região”. Viu nos pleitos “um crescente compromisso regional com os princípios do mercado livre, aberto e transparente e governança responsável”. No encontro no Rio, ele certamente abordará a questão da Venezuela com Bolsonaro, com a expectativa de obter uma adesão do Brasil à posição americana. Com a escolha para a chefia do Itamaraty do embaixador Ernesto Araújo, autor de um ensaio que prega que o Deus de Trump pode ser a salvação do Ocidente, Bolsonaro mostrou estar disposto ao alinhamento com a constelação trumpista.

Não pode se considerar, porém, que esse jogo esteja inteiramente jogado. Araújo e o grupo “anti-globalismo” responsável pela sua indicação para o Itamaraty – no qual desponta Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito – não serão os únicos a influir nos rumos da política externa do próximo governo, como apontou Matias Spektor, especialista em política externa e professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas. Há também os economistas liberais sob o comando de Paulo Guedes, que vão se ocupar da área de comércio exterior, e os militares, preocupados com as questões de segurança e outras da geopolítica. A crise da Venezuela é explosiva por envolver todos esses aspectos.

Além de compartilhar com o Brasil uma grande fronteira na Amazônia, que virou uma das principais rotas para o narcotráfico, a Venezuela é um dos palcos da expansão da presença chinesa na América Latina. A China se tornou um dos principais compradores do petróleo venezuelano e tem ajudado na sobrevivência do regime chavista. Sem a China, que também é a maior parceira comercial do Brasil, é difícil haver uma solução pacífica para o imbróglio venezuelano.

O encontro de Bolsonaro com Bolton será uma escala na viagem do conselheiro de segurança nacional dos EUA para o encontro do G-20 em Buenos Aires, na Argentina. Espera-se que a reunião marque o ápice do crescente confronto entre EUA e China pelo predomínio no cenário internacional. Vive-se uma espécie de renascimento da Guerra Fria, mas agora entre EUA e China. Cada potência está pressionando os demais países para tomar um lado nesse conflito.

Embora os trumpistas em volta de Bolsonaro certamente queiram esse alinhamento com os EUA, os militares que cercam o presidente eleito estão jogando na direção contrária. Em entrevista ao jornal Financial Times , bíblia para os investidores internacionais, o vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, praticamente desautorizou declarações de Bolsonaro, durante a campanha eleitoral, contra a China. Mourão disse que Bolsonaro “às vezes tem uma retórica que não combina com a realidade” e que o Brasil tratará com pragmatismo as relações com a China – dentro da tradição seguida pelo Itamaraty nos últimos anos.

Pernambuco quebra recorde nas Paralimpíadas Escolares

Estado conseguiu seu maior número de medalhas na competição

Pernambuco mostrou que tem quantidade e qualidade nas Paralimpíadas Escolares, que se encerram hoje (23), após três dias de disputas. O estado enviou sua maior delegação da história da competição, contando com 49 membros entre atletas, técnicos e oficiais. Esse aumento levou ao maior número de medalhas já conquistadas por Pernambuco na competição, que neste ano foi realizada em São Paulo. No total, foram 26 medalhas, sendo dez ouros, onze pratas e cinco bronzes. Um total de onze pódios a mais do que os quinze conquistados na edição de 2017.

Na quarta-feira (21), primeiro dia de competição, Pernambuco garantiu nove medalhas. João Pedro Albuquerque, do Colégio Militar (Petrolina – PE), conquistou duas medalhas de ouro no atletismo (60m e salto em distância). Alfredo Silva, da Escola São Sebastião (Ouricuri – PE), também conseguiu ouro, na prova dos 75 metros do atletismo. Na natação, o ouro foi para Fábio Vitório, do Colégio Marechal Gaspar Dutra, nos 100m costas. Os paratletas João Pedro Albuquerque e Alfredo Silva também conseguiram medalhas de prata nas provas de lançamento de pelota e lançamento de dardo, respectivamente. Joyce Silva, da Escola Municipal CAIC (Pesqueira – PE), também ficou com as pratas no arremesso de peso e 100m. Maria Raiane da Silva, da Escola Cônego Eugênio (Gravatá – PE), finalizou o dia com um bronze no tênis de mesa.

Na quinta-feira (22), Pernambuco conquistou mais oito medalhas, empatando o recorde anterior (17 medalhas em 2016) com um dia de disputas sobrando nas Paralimpíadas. Wanderson Monteiro, do EREM Devaldo Borges, em Gravatá, levou o bronze no tênis de mesa individual Classe 7M. No arremesso de peso, Jonathan Marcelo, da Escola Arruda Marinho, em Pesqueira, garantiu a medalha de prata.

O primeiro ouro do dia veio com Felipe Cavalcante, da APAE Petrolina, campeão nos 400 metros Classe T37. Ele também levou o bronze no salto em distância. A natação fechou o dia com mais quatro medalhas. Ana Beatriz Gomes, do EREM José de Lima Júnior, em Carpina, foi ouro nos 100 metros nado peito categoria SB8 e prata nos 100 metros livres categoria S9. Outro destaque das piscinas foi Fábio Vitório. Ele já tinha levado um ouro no primeiro dia e no segundo garantiu duas pratas na categoria S8 nos 100 metros livre e 100 metros peito.

Nesta sexta (23), último dia das Paralimpíadas Escolares, Pernambuco garantiu mais nove medalhas e a quebra do recorde. No total, foram quatro ouros, três pratas e dois bronzes conquistados hoje.

Na natação Vitória Siqueira, da Escola Arão Peixoto de Alencar (Ipubi -PE), foi ouro nos 50m borboleta e prata nos 50m livre S6 categoria B. Ana Beatriz Gomes ficou com bronze 50 metros livre Categoria SB8 e Fábio Vitório Cândido terminou com a prata nos 50m livre Categoria S8. No tênis de mesa, Maria Raiane da Silva conquistou  a medalha de bronze na classe 6 a 8 infantil e ouro na Classe 7 individual infantil. Já o atletismo teve ouro com Alfredo da Silva no lançamento do dardo DF T42. Na bocha, Andrei Silva, da Escola Municipal Adauto Carício (Belém de Maria – PE), segurou a medalha de prata classe BC4 e Andreza de Oliveira, da Escola Estadual José Mariano (Recife – PE) recebeu ouro Classe BC2, Categoria B. O grande medalhista pernambucano destas Paralimpíadas Escolares veio da natação. O recifense Fábio Vitório Cândido conquistou quatro medalhas na competição, sendo uma de ouro e três de prata.

Para o Secretario Executivo de Esportes e Lazer de Pernambuco, Diego Pérez, as medalhas são o resultado de um resgate do esporte paralímpico escolar no estado.

“Nós resgatamos os Jogos Paralímpicos de Pernambuco em 2015 e passamos a ouvir os paratletas e técnicos para melhorar a competição. Em 2018 conseguimos aumentar consideravelmente o número de modalidades e a qualidade dos jogos, e o reflexo foi uma maior delegação para as Paralimpíadas e o recorde conquistado nesta competição” explicou.

Com informações da assessoria

“O PT saiu menor das eleições, mas não como a direita e as elites brasileiras imaginavam”; diz Humberto Costa

 

De acordo com o senador, o PT de todos os partidos mais antigos, foi aquele que conseguiu sobreviver e criar as condições prá retomar a sua trajetória no nosso país.

O senador reeleito por Pernambuco pelo Partido dos Trabalhadores, Humberto Costa, conversou por telefone na manhã desta sexta-feira (16), com o radialista Roberto Gonçalves, no programa Araripina Urgente da Arari FM. O parlamentar que vem ao Sertão do Araripe neste fim de semana, deve agradecer aos eleitores que votaram e confiaram mais uma vez no seu trabalho no Senado Federal.

Sobre a eleição passada, Humberto Costa disse que o PT saiu menor do que entrou no pleito. “Logicamente o PT saiu menor, mas não tão menor como a direita do país e as elites brasileiras imaginavam. Nós ainda conseguimos fazer a maior bancada de deputados federais na Câmara. Nós conseguimos fazer quatro governadores, todos no Nordeste. Tivemos a condição de fazer uma bancada de senadores que diminuiu muito, mas ainda é uma bancada de expressão. Então na verdade, o PT de todos os partidos mais antigos, foi aquele que conseguiu sobreviver e criar as condições prá retomar a sua trajetória no nosso país”, frisou.

O senador petista também falou sobre o abastecimento precário de água na Região do Araripe. “A solução é investir pesadamente na ideia do Canal do Sertão, aquele que deve sair da região de Petrolina e chegar no Sertão do Araripe, garantindo não somente o abastecimento d’água para consumo humano e animal, mas também ajudando no processo de irrigação.

Blog Roberto Gonçalves

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Presidente da Alepe assume o governo durante férias de Paulo Câmara

Paulo Câmara ficará afastado do cargo até o dia 20 de novembro
Paulo Câmara ficará afastado do cargo até o dia 20 de novembro
Fotos: Aluisio Moreira/SEI

De férias até o dia 20 de novembro, o governador Paulo Câmara (PSB) entregou, na última sexta-feira (9), a chefia do Executivo estadual para o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Eriberto Medeiros (PP), uma vez que seu vice, Raul Henry (MDB), também está afastado para descanso. A transferência do cargo ocorreu em meio a rumores de uma possível redução do espaço do PP no governo, fato que tem gerado certa tensão entre o Palácio do Campo das Princesas e progressistas.

Atualmente, o PP está à frente do Ipem, Lafepe, Porto do Recife e Porto de Suape, das Secretarias de Desenvolvimento Social e Desenvolvimento Econômico (Sdec), bem como da administração de Fernando de Noronha.

Corregedor nacional de justiça solicita explicações de Moro sobre suposta atividade política

O corregedor nacional de Justiça, Humberto Martins, que atua no CNJ (Conselho Nacional de Justiça), instaurou nesta sexta-feira (9), pedido de providências para que o juiz federal e futuroministro da Justiça, Sérgio Moro, preste esclarecimentos sobre suposta atividade político-partidária ao aceitar convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para compor seu governo. Martins concedeu prazo de 15 dias para Moro dar explicações e deu o mesmo prazopara que a corregedoria regional do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) se manifeste sobre se existe no órgão alguma apuração no mês

Haddad vai visitar Lula em Curitiba nesta quarta-feira

Na semana passada a executiva nacional do PT decidiu que o ex-prefeito de São Paulo deve ocupar o papel de líder da oposição ao governo Jair Bolsonaro.

Haddad vai visitar Lula em Curitiba nesta quarta-feira

Ocandidato derrotado do PT à Presidência, Fernando Haddad, vai se encontrar nesta quarta-feira, 7, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Curitiba, onde Lula cumpre pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro após ser condenado na Operação Lava Jato. Será a primeira visita de Haddad ao ex-presidente desde o segundo turno da eleição presidencial.

Na segunda-feira, 5, o ex-prefeito passou horas reunido com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, na sede do partido em São Paulo. O tema da conversa foi o futuro de Haddad.

+ PT vai à Justiça para que Moro seja impedido de assumir ministério

Na semana passada a executiva nacional do PT decidiu que o ex-prefeito de São Paulo deve ocupar o papel de líder da oposição ao governo Jair Bolsonaro. Haddad e o PT discutem a forma como o candidato vai cumprir a função. A possibilidade de Haddad vir a assumir a presidência do PT em julho do ano que vem, quando termina o mandato de Gleisi, é remota.

Além disso, o PT tenta montar uma agenda de viagens pelo Brasil para o ex-prefeito ainda este ano. A forma como Haddad vai ocupar papel de destaque na oposição a Bolsonaro deve ser o tema principal da conversa entre o candidato e Lula.

Na semana passada, o ex-presidente disse a advogados que foram visitá-lo que, embora tenha perdido a eleição, Haddad saiu da disputa maior do que entrou. Lula disse também que só depois do carnaval será possível enxergar a verdadeira cara do governo Bolsonaro e traçar uma estratégia de oposição de longo prazo.

De acordo com Lula, o presidente eleito “não vai ser no governo a mesma pessoa que foi na campanha”. O ex-presidente espera que o sistema institucional de pesos e contrapesos imponha limites à atuação de Bolsonaro.

Ao Minuto