Filha de Obama trabalha de caixa. A de Dilma usa seguranças para ir ao Petshop

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Filha de Obama trabalha como caixa

Nesta quinta-feira, 04, imagens da filha do presidente americano Barack Obama, Sasha, foram divulgadas pela imprensa dos Estados Unidos. O caso não deixa de ser um golpe de marketing da campanha eleitoral de Hillary Clinton, apoiada por Obama e que faz discursos para empoderar as mulheres. Nas imagens, Sasha aparece trabalhando como caixa em um restaurante especializado em frutos do mar no estado de Massachusetts. Aos quinze anos, Sasha é a filha mais nova de Barack Obama e está de férias na escola. Além de realizar os pagamentos do restaurante, a filha do presidente ainda serve mesas. Tudo para dizer que ninguém é melhor do que ninguém.

A menina não ganha muito dinheiro por isso. De acordo com a mídia americana, por cada hora de trabalho ela recebe cerca de R$ 38, o que pode chegar a R$ 300 diários, caso ela complete jornadas de até oito horas. Esse é o salário médio de quem realiza essas funções no país. O valor convertido para dólar é abaixo dos 3 mil, o que para o padrão americano é viver sem dificuldades, mas longe de riquezas. Sasha, é claro, caso quisesse, não precisaria mover uma palha para viver. Ela mora em um dos prédios mais luxuosos do mundo, a Casablanca, mas decidiu que era preciso mostrar que também é esforçada.

 Para sua segurança, o Serviço americano fica vigiando tudo de perto. Enquanto Sasha luta duro no restaurante, a filha da presidente afastada Dilma Rousseff, bem mais velha que a adolescente, usa oito carros oficiais à sua disposição para se movimentar pelo Rio Grande do Sul. A Revista Isto É chegou a dizer que o ato feito por Paula era ilegal e que ela poderia ter que ressarcir os cofres públicos. A revista chegou a fotografar a herdeira da representante do Partido dos Trabalhadores (PT) indo até a petshops com os carros oficiais e agentes do governo.
 A mãe de Paula, Dilma, não gostou da denúncia. Em nota, Dilma diz que a filha está exercendo um direito da constituição e que processaria a revista de novo. A publicação já havia sido processada por insinuar que ela estava louca.

Ginasta francês sofre fratura grave e comove a torcida no primeiro dia da Rio-2016

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Ginasta sofre com dor da fratura

O primeiro dia de competições da ginástica artística na Arena Olímpica foi marcado por um momento de tensão nos Jogos do Rio. O francês Samir Ait Said sofreu uma fratura na perna ao cair de mal jeito durante sua apresentação na prova do salto. A cena forte comoveu a todos os presentes ao ginásio, que aplaudiram o atleta.

Artistic Gymnastics - Men's Qualification - Subdivisions

— Ele cometeu um erro técnico. Está no hospital com um médico agora. Vamos dar mais notícias quando as tivermos. Não sabemos o que houve, exceto que foi na tíbia. Vamos fazer mais exames para ver se foi só o osso. É muito difícil para a equipe, mas quero parabenizar a equipe que seguiu em frente — disse a chefe de equipe Corrine Moustard-Callon.

A equipe média da instalação agiu rápido e logo entrou para prestar atendimento ao ginasta. Samir foi retirado da área de competições em uma maca, imobilizado.

Antes de se apresentar no salto, o jogador já havia participado da rotação de outro aparelho. Nas argolas, obteve a nota de 15,533, a mesma do brasileiro Arthur Zanetti na classificatória da manhã.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/ginasta-frances-sofre-fratura-grave-comove-torcida-no-primeiro-dia-da-rio-2016-19869611.html#ixzz4Gfkg8gNQ

Flamengo domina ginástica feminina do Brasil: das dez atletas da seleção, sete são do clube

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Ginastas do Flamengo e da seleção

Por trás do uniforme com as cores do Brasil, o vermelho e preto domina a ginástica artística feminina. Entre as dez atletas da seleção, sete são contratadas do Flamengo, um dos maiores formadores de talentos na modalidade.

Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Julie Sinmon, Letícia Costa, Milena Cristine, Rebeca Andrade e Thauany Araújo representam o clube e têm chance de estar entre as seis selecionadas para disputa dos Jogos Rio-2016.

— Fico muito feliz, porque há muitos anos foi desse jeito. Tínhamos perdido o posto de clube com mais atletas. Ver que o Flamengo está com uma base forte é um orgulho. Até porque, vivemos uma fase ruim na ginástica — afirma Jade Barbosa, que treina há 20 anos na equipe.

A fase ruim culminou com o incêndio no ginásio Cláudio Coutinho, em novembro de 2012. Tudo foi perdido e as meninas viraram nômades, atrás de um lugar para treinar. Em 2014, o local foi reaberto.

Ginastas do Flamengo e da seleção Foto: Urbano Erbiste / Agência O Globo

— É bom ter um clube que tem toda a estrutura, porque a seleção não é para sempre. Antes de pegar fogo, a gente tinha um ginásio muito bom, as seleções vinham treinar aqui. Quando perdemos tudo, ficamos sem saber o que aconteceria — diz a atleta de 25 anos: — Hoje, após os Jogos, ficaremos tranquilas, porque quando acabar a seleção, vamos voltar para casa e teremos um ginásio.

Há quatro anos no Flamengo, Rebeca Andrade define o clube em uma única palavra: família. É assim que todas as meninas que estão no time e na seleção se veem, já que passam mais tempo juntas do que nas suas casas.

— Somos uma família. Praticamente para onde vou, elas vão junto — conta a jovem de 17 anos: — O técnico Ricardinho, que está aqui há muito tempo e também na seleção, brinca com isso, que o Brasil é o Flamengo. Ainda mais com algumas meninas que já passaram por aqui.

Das sete atletas rubro-negras, Flávia Saraiva é a que menos tempo está no clube. Contratada em março, a ginasta de 16 anos é um dos destaques da seleção:

— Aqui é uma escola muito boa e gostei muito do ginásio. Estou com as minhas amigas, com quem já treinava. Então, estou em casa.

Antes das Olimpíadas, ginastas disputam etapa brasileira da Copa do Mundo

Antes da Rio-2016, os torcedores vão acompanhar uma prévia do que irá ocorrer nos Jogos Olímpicos, desta sexta-feira, em São Paulo. A seleção vai competir na etapa brasileira da Copa do Mundo de Ginástica Artística, no Ginásio Ibirapuera.

A equipe feminina terá duas atletas do Flamengo: Jade Barbosa e Rebeca Andrade. Jade competirá nas barras assimétricas, enquanto Rebeca se apresenta nas barras assimétricas, trave e solo.

No masculino,o time estará quase completo, com o campeão olímpico Arthur Zanettti, Arthur Nory, Caio Souza, Diego Hypolito, Francisco Barretto Júnior e Sérgio Sasaki. Henrique Medina e Lucas Bitencourt se apresentarão mas sem concorrer a medalhas.

Jade, que já participou dos Jogos em Pequim-2008, afirmou que os atletas da seleção não se sentem pressionados por competir em casa. Explicou que todos têm sido muito bem cuidados e “protegidos” para evitar cobranças excessivas.

— A gente tem psicólogo e estão cuidando muito bem da gente, justamente por ser em casa. Estamos seguras — assegura Jade.

Leia mais: http://extra.globo.com/esporte/rio-2016/flamengo-domina-ginastica-feminina-do-brasil-das-dez-atletas-da-selecao-sete-sao-do-clube-19342091.html#ixzz4GfiqB9se