Bolsonaro fala em ‘pressão’ no dia em que anuncia R$ 1 bi em emendas

‘A velha política parece que quer nos puxar para fazer o que eles faziam antes’, afirmou

Bolsonaro fala em 'pressão' no dia em que anuncia R$ 1 bi em emendas
“Vocês sabem que as pressões são enormes porque a velha política parece que quer nos puxar para fazer o que eles faziam antes. Nós não pretendemos fazer isso”, disse Bolsonaro.

O presidente falou nesta segunda-feira (11) durante uma videoconferência do presidente com ministros e auxiliares que visitam a estação científica brasileira na base da Antártida.

Entre os auxiliares que viajaram ao local está o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. A visita tem como objetivo a inauguração da estrutura de telecomunicações da estação, que foi alvo de um incêndio em 2012 e deve ter sua reconstrução finalizada em 2020.

A declaração do presidente ocorre em um momento em que o governo terá de fazer esforços para ampliar sua base na Câmara, em meio às instalações de comissões na Casa e do início da tramitação da reforma da Previdência, considerada crucial para a atual gestão.

No sábado, em reunião com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Bolsonaro foi alertado que o governo deveria conceder afagos ao Congresso para atingir o apoio mínimo para aprovação do texto.

Por se tratar de PEC (proposta de emenda à Constituição), são necessários ao menos 308 votos. Pelas contas de auxiliares do Planalto, existem cerca de 160 votos garantidos e outros 100 como prováveis.

Para ter uma margem confortável para submeter o texto ao crivo dos deputados, o governo espera ter o apoio de ao menos 330 deputados.

Na reunião, Maia alertou que a conquista de mais 70 deputados dependeria de acenos, como concessão de emendas e cargos.

Bolsonaro tem afirmado que não vai repetir em seu governo a política do toma lá dá cá de gestões anteriores, e que adotará um critério técnico para as escolhas de cargos nos estados.

As nomeações estão paralisadas desde o início de fevereiro por determinação de Onyx e devem ter celeridade esta semana.

O Planalto pretendia lançar um “Banco de Talentos” para reunir currículos para as indicações, mas o projeto ainda não foi concluído.

Ainda durante a videoconferência, Bolsonaro disse ter certeza de que adotou um “novo caminho” para a condução da política.

“Pode até ter um caminho melhor, mas o nosso caminho aqui é diferente dos anteriores”, disse.

Segundo o presidente, parte dos parlamentares entendeu que governo quer compor sua equipe levando em conta um critério técnico.

A declaração é feita um dia depois de o presidente ter determinado ao ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que demitisse um de seus auxiliares, o coronel Ricardo Roquetti.

“Já há uma consciência por parte dos parlamentares de que nós queremos manter esse ministério técnico, dando liberdade aos respectivos ministros para escolher as suas equipes.”

A demissão de Roquetti ocorreu após uma série de críticas do escritor e guru da direita Olavo de Carvalho pelo Twitter.

Acredite se quiser

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 Saudade do tempo de criança em que nossas professoras contavam aqueles contos de fada,  a exemplo da mula sem cabeça a cuca, o papafigo, Cinderela a fadinha com sua varinha mágica, entre tantas outras estórias.

O mesmo está acontecendo hoje no mundo encantado dos políticos que de acordo com seus enfados discursos tentando mexer com os sentidos das pessoas e deixa-las no campo da segurança em todos os aspectos que se possa imaginar. Mediante seus discursos e propostas tentadoras deixa o cidadão deslumbrados com o mundo que tanto sonha com SAUDE EDUCAÇÂO E SEGURANÇA esse é o disco de maior sucesso nas paradas de ônibus nas praças e nos bairros da cidade em que você mora e que você tanto sonha em dias melhores para o seu país.

Nesse novo país, conforme as promessas das campanhas, teríamos uma saúde pública exemplar. Hospitais e postos de saúde em profusão, médicos para todos, consultas sem filas de espera. Alguém poderia questionar, em qualquer canto do Brasil, sobre os milhares de doentes que ficam jogados até no chão de hospitais, sem atendimento, mas, é claro, sobre isso não se fala nas campanhas. A não ser para mostrar  ao eleitor que cenas assim jamais se repetirão, caso ele, o candidato que está no ar, seja o eleito.

O mesmo pode se falar sobre segurança pública. No país e nos estados dos candidatos, não haverá violência. Os bandidos serão colocados no seu devido lugar, ou seja, nas prisões. E as ruas estarão infestadas, mas de policiais. Escola caindo aos pedaços? Jamais. No país dos candidatos, todas as escolas são exemplos, os professores ganharão salários dignos e os estudantes aprenderão de verdade, não mais será os professores fingindo que estejam ensinando nem os alunos fingindo que também estejam aprendendo, tudo vai ser diferente.