Feliz dia das mães

Por meio da minha esposa, Dra Conceição Barros, minha mãe Nilza Queiroz (In Memorian), minha sogra dona Tereza Leite Barros e a mais nova mãe da família, minha filha Dra Fernanda, desejo a todas as mamães trindadenses e da região, um dia repleto de paz, alegrias e amor.

*#Mães #Trindadenses*

*Dr Everton Costa*
Prefeito

Por eleições gerais de cinco em cinco anos

A cada dois anos, o Brasil passa por eleições em todos os níveis: nos anos de jogos olímpicos, escolhemos prefeitos e vereadores; nos anos de Copa do Mundo é a vez do presidente, governadores, senadores e deputados estaduais e federais.

A nossa democracia – mesmo com todas os defeitos – permite a nós escolhermos os representantes do poder legislativo e do executivo pelo voto direto, o que é inegável que é a melhor forma de regime de Estado.

Mas é inegável que o processo paralisa o país, por uma série de razões. Nos anos eleitorais, a esfera de poder que está em disputa fica anestesiada. O interesse dos envolvidos é diretamente com o resultado do pleito. Isso prejudica a máquina pública e trava uma série de medidas. A Proposta de Emenda Constitucional 49/2019, do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), prevê a ampliação dos mandatos dos atuais prefeitos e vereadores por mais dois anos, para que em 2022 o Brasil tenha eleições gerais. Neste caso, eles não poderão concorrer à reeleição, mesmo que no modelo atual tenham esse direito. Há uma corrente de congressistas que defende que os mandatos passem a durar cinco anos, a partir do próximo pleito.

A medida garantiria uma série de vantagens, a começar pelos custos de campanha – hoje basicamente financiada com dinheiro público, através do fundo partidário. Outra vantagem seria um debate maior, já nas eleições municipais, pois forçaria os candidatos a prefeito a terem uma posição clara sobre os presidenciáveis e os candidatos a governador, e vice-versa. Os partidos e agremiações políticas, tão fragilizadas em termos ideológicos, sairiam mais fortalecidos. Não se trata de obrigar ao cidadão a escolha de um voto vinculado, como ocorreu na eleição de 1982, quando os eleitores precisaram escolher os candidatos do mesmo partido, sob pena de anular todo o voto. Mas obrigaria o político local a se posicionar perante os temais nacionais, afinal, o nosso país começa na nossa cidade.

O debate está aberto e precisa de uma contribuição maior de todos, até mesmo para alterar a PEC já apresentada. Não se trata de um privilégio para os atuais prefeitos e vereadores. O que não podemos mais aceitar, é que todos nós, ainda em ressaca do processo do ano passado, tenhamos que enfrentar em 2020 mais um período de marcha lenta nos municípios, e a cada dois anos sucessivamente.

Ronaldo Santini
Dep Federal/RS

É hora de Bolsonaro convocar o povo para governar o Brasil!

É o que está faltando para o governo conseguir fazer as mudanças com as quais o Presidente se comprometeu e que foram aprovadas pela maioria nas eleições em 2018.

Todo o poder emana do povo e em seu nome deve ser exercido.

Os institutos constitucionais do Plebiscito, do Referendo e da Lei de Iniciativa Popular são uma saída rápida e eficiente para questões de natureza constitucional, legislativa e administrativa.

Ou seja, um santo remédio contra uma minoria que insiste em deixar o país no atraso.

Para propor o uso das duas primeiras é necessário um Decreto Legislativo que exige a assinatura de 171 Deputados Federais e/ou 27 Senadores. Após a propositura, para ser aprovado, é necessário a maioria simples das duas casas, ou seja, 277 Deputados Federais e/ou 41 Senadores.

Um só Plebiscito poderia abranger vários temas: porte de armas, prisão em segunda instância, Lei de Combate à Corrupção, onde fica o COAF, embaixada do Brasil em Israel, etc. (para ficarmos somente em alguns exemplos).

Já um referendo tem por objetivo aceitar ou rejeitar uma lei aprovada pelo Congresso.

Quer uma maneira mais legítima de se fazer democracia?

Estamos na era da informação na velocidade do pensamento.

Quero ver um ministro do STF soltar vagabundo se a população aprovar a prisão em segunda instância.

Quero ver os deputados negarem vigência a lei de combate a corrupção se povo quiser esse caminho.

O Presidente Bolsonaro tem base parlamentar.

Pode usar sua legitimidade, as mídias sociais, cadeia de rádio e televisão para chamar a nação para governar junto.

É legítimo! É democrático!

Se a estratégia é mudar e limpar o Brasil, se pela via do diálogo uma casta que aparelha as instituições boicota e impede que os avanços ocorram – como é a vontade da maioria da sociedade – então é hora de mudar de tática.

E além dessas duas medidas, existe a Lei de Iniciativa Popular, que já deu certo no caso da “ficha limpa”.

Incitar as massas para novas propostas, de forma organizada e inteligente.

Tudo com firmeza, sem medo e dentro da Constituição.

O Brasil não pode ficar refém dessa cacalhada sem vergonha que quer nos condenar a sermos um país sem futuro.

Assista ao meu vídeo sobre esse tema:

Sergio Moro é figura central no governo, diz líder

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O líder do governo no Senado e relator da Medida Provisória (MP) 870/19, que trata da reforma administrativa, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), destacou hoje (9) o papel central do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, no Executivo. Para o senador, a aprovação de emenda que transfere o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para o Ministério da Economia não significa esvaziamento da pasta de Moro. A emenda que tira o Coaf do Ministério da Justiça foi aprovada na manhã desta quinta-feira pela comissão especial mista criada para analisar a MP.

“Não vejo o ministério de Sergio Moro esvaziado. O ministro Sergio Moro é uma figura central desse governo. Ele é o representante de compromissos importantes do presidente da República, é uma figura importante para uma pauta importante. Eu não vejo nenhum tipo de desprestigiamento”, disse o relator.

Fernando Bezerra Coelho reconhece a dificuldade para a aprovação da permanência do Coaf no Ministério da Justiça. “Fomos derrotados. Nós queríamos que o Coaf ficasse na pasta do ministro Sergio Moro, porém essa era uma matéria muito polêmica e dividia a comissão como também vai dividir o plenário da Câmara e do Senado”, afirmou.

O relator da MP acrescentou que, embora o governo vá trabalhar para reverter a decisão da comissão especial sobre o destino do Coaf nos plenários da Câmara e do Senado, onde o texto ainda precisa ser votado, as chances são bem menores. “A gente se esforçou e a expectativa era de o governo ter maioria na comissão, porém isso não ocorreu. Isso é próprio do debate político e agora vamos trabalhar para mudar isso”, reconheceu.

A comissão também aprovou emenda que prevê que a demarcação de terras indígenas passará a ser atribuição da Fundação Nacional do Índio (Funai), e não mais do Ministério da Agricultura. No relatório, Fernando Bezerra Coellho também acolheu a recriação de dois ministérios, das Cidades e da Integração Nacional, a partir do desmembramento do Ministério do Desenvolvimento Regional.

Auditores

Também foi aprovada a restrição às investigações comandadas pela Receita Federal e uma limitação ao compartilhamento de informações bancárias e fiscais com órgãos como o Ministério Público, medida criticada por técnicos da Receita que dizem que o objetivo dela seria frear ações de combate a crimes, como a Operação Lava Jato, que utilizam dados do Fisco.

Pelo relatório aprovado nesta quinta-feira, a competência dos auditores da Receita ficará restrita à esfera criminal, à investigação de crimes tributários ou relacionados ao controle aduaneiro. O texto estabelece que, fora crimes tributários, ou aduaneiros, o auditor precisará de uma ordem judicial para compartilhar qualquer informação de indício de crime com órgãos ou autoridades.

Tramitação

A votação desta quinta-feira foi apenas a primeira etapa da MP que trata da reforma administrativa. As mudanças aprovadas hoje ainda precisam passar pelo plenário da Câmara e depois pelo do Senado. Para não expirar, o texto de conversão da medida provisória precisa ser ter a votação concluída nas duas Casas até o dia 3 de junho.

Juíza dá a Temer até 17h de hoje para se entregar

Crédito: HO / BANDTV / AFP

A juíza federal substituta da 7ª Vara do Rio de Janeiro, Caroline Figueiredo, concedeu ao ex-presidente Michel Temer a possibilidade de se apresentar espontaneamente até às 17h desta quinta-feira, 9. Se até lá o ex-presidente não se entregar, a Polícia Federal vai prendê-lo.

“Concedo a oportunidade de se apresentarem espontaneamente à Autoridade Policial Federal mais próxima dos seus domicílios até às 17:00 horas de hoje. Decorrido in albis esse prazo, determino que os mandados de prisão sejam imediatamente cumpridos pela Polícia Federal, atentando-se, quanto ao uso de algemas, para o disposto na Súmula Vinculante 11 do Supremo Tribunal Federal”, escreveu.

A magistrada ainda decide que Temer pode ficar preso em São Paulo caso o pedido seja autorizado pela Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.

“Caso haja autorização por parte da 1ª Turma Especializada do Eg. Tribunal Regional Federal da 2ª Região para o cumprimento da prisão preventiva no Estado de São Paulo, oficie-se à Superintendência da Polícia Federal de São Paulo para que informe se tem condições de custodiá-lo.”, anotou.

 

Juiz manda Bancoop e OAS restituírem a Lula valor de imóvel que fica no Guarujá

De acordo com Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, da 34ª Vara Cível de São Paulo, as empresas deveram devolver cerca de 66,67% da cota-parte do apartamento 141

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O juiz Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, da 34.ª Vara Cível de São Paulo, determinou que a empreiteira OAS e a Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) devolvam solidariamente ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva 66,67% da cota-parte do apartamento 141 adquirida pela ex-primeira dama Marisa Leticia no condomínio Mar Cantábrico, atual Solaris, no Guarujá, litoral paulista. O edifício é o mesmo onde fica o triplex, pivô da condenação do petista na Operação Lava Jato e pela qual Lula cumpre pena de 8 anos e 10 meses de prisão em Curitiba.

“Julgo parcialmente procedente a ação de restituição de valores pagos que Marisa Letícia Lula da Silva (depois, espólio de Marisa Letícia Lula da Sila, representando pelo seu inventariante Luiz Inácio Lula da Silva) ajuizou contra Bancoop Cooperativa Habitacional dos Bancários e OAS Empreendimentos S/A em recuperação judicial”, determinou o magistrado.

O juiz afastou alegações de prescrição do caso e acolheu o pedido da defesa da família Lula. “Declaro abusivas as cláusulas referidas e, na adequação dos valores devidos, condeno a parte ré, solidariamente, a pagar à parte autora a quantia de 66,67% referente ao acolhido cálculo, atualizado e com juros legais”, anotou o magistrado.

O Solaris era da Bancoop, a cooperativa fundada nos anos 1990 por um núcleo do PT. Em dificuldade financeira, a Bancoop repassou para a OAS empreendimentos inacabados, o que provocou a revolta de milhares de cooperados – eles protestam na Justiça que a empreiteira cobrou valores muito acima do previsto contratualmente.

Na ação distribuída para a 34.ª Vara Cível da Capital, a família Lula afirmou que, em abril de 2005, assinou o Termo de Adesão e Compromisso de Participação com a Bancoop e adquiriu “uma cota-parte para a implantação do empreendimento então denominado Mar Cantábrico”. A previsão de entrega, de acordo com a defesa, era 2007.

Segundo o documento, subscrito pelos advogados Roberto Teixeira, Cristiano Zanin Martins, Maria de Lourdes Lopes e Rodrigo V. Domingos, a Bancoop reservou previamente uma unidade do edifício que seria construído para Marisa Letícia.

“No caso, o apartamento 141 no Edifício Navia, uma unidade padrão, com três dormitórios (um com banheiro) e área privativa de 82,5 metros quadrados”, descreveram os criminalistas.

Os advogados afirmaram que Marisa Letícia pagou a entrada de R$ 20 mil, as prestações mensais e intermediárias até setembro de 2009. Segundo os criminalistas, naquele ano, a Bancoop repassou o empreendimento à OAS e deu duas opções aos cooperados: solicitar a devolução dos recursos financeiros integralizados no empreendimento ou adquirir uma unidade da OAS, por um valor pré-estabelecido, utilizando, como parte do pagamento, o valor já pago à Cooperativa.

A defesa relatou que Marisa Letícia à época não se manifestou sobre o tema, mas o fez em 2015 quando pediu a restituição dos valores colocados no empreendimento. Os advogados sustentaram que, desde então, a Bancoop “não realizou a devolução do valor investido ou forneceu qualquer justificativa” e também que “ao assumir o empreendimento e comercializá-lo, a OAS se tornou corresponsável pelo ressarcimento da cota-parte dos cooperados”.

Na sentença, o juiz Adilson Aparecido Rodrigues Cruz afirmou que “é parcialmente procedente porque, no adiante, inviável carrear a culpa exclusiva do promitente vendedor/construtor”.

“Sopesa, de modo bastante preponderante, que ao tempo da manifestação da vontade de Marisa Leticia Lula da Silva em não prosseguir com a aquisição da unidade autônoma o imóvel já havia sido entregue. A consequência, fundamentada à frente, é a restituição parcial do total das parcelas pagas”, registrou o magistrado.

“A então adquirente Marisa Letícia Lula da Silva não deu causa ao atraso da obra, pagou todas as prestações tidas pelas partes como devidas até a transferência de direitos e obrigações para a OAS Empreendimentos S.A e, de outro lado, a despeito de ter ela assinado a declaração à restituição com a quitação total à cooperativa não recebeu, nos autos, quaisquer quantias à restituição parcial ou total do valor devido.”

O caso triplex

A denúncia da Operação Lava Jato contra Lula no caso triplex apontou que Lula recebeu uma propina milionária da OAS. O Ministério Público Federal afirmou que os valores foram “corporificados na disponibilização do apartamento” no Guarujá.

“O ex-presidente, quando o empreendimento imobiliário estava com a Bancoop – Cooperativa Habitacional dos Bancários, teria pago por um apartamento simples, nº 141-A, cerca de R$ 209.119,73, mas o Grupo OAS disponibilizou a ele, ainda em 2009, o apartamento 164-A, triplex, sem que fosse cobrada a diferença de preço”, relatou a sentença do ex-juiz federal Sérgio Moro.

“Em 2014, o apartamento teria sofrido reformas e benfeitorias a cargo do Grupo OAS para atender ao ex-presidente, sem que houvesse igualmente pagamento de preço. Estima o Ministério Público Federal os valores da vantagem indevida em cerca de R$ 2.424.991,00, assim discriminada, R$ 1.147.770,00 correspondente à diferença entre o valor pago e o preço do apartamento entregue e R$ 1.277.221,00 em reformas e na aquisição de bens para o apartamento.”

Durante a investigação, peritos da Polícia Federal analisaram documentos apreendidos durante a Operação Aletheia – a primeira ofensiva contra o ex-presidente, em março de 2016. Um deles foi a “Proposta de adesão sujeita à aprovação” assinada por Marisa Letícia Lula da Silva.

Os peritos identificaram que “a numeração original aposta no campo APTO/CASA sofreu alteração por acréscimo denominada inserção, sem prévia alteração substrativa, isto é, os lançamentos anteriores não foram suprimidos”. Os investigadores concluíram que originalmente a proposta foi preenchida com o número 174 para identificação da unidade em aquisição, sendo em seguida sobreposto a ele o número 141.

Defesas

A advogada Gabriella Fregni, que defende a Bancoop, afirmou. “Como ficou demonstrado nos autos, a Bancoop realizou a transferência de todo o empreendimento denominado “Seccional Mar Cantábrico”, situado no Guarujá, onde foi construído o Edifício Solaris. Fato é que, em 08.10.2009, os cooperados da Seccional Mar Cantábrico decidiram pela transferência do empreendimento para a OAS Empreendimentos S/A, através do denominado “Termo de Acordo para Finalização da Construção do Residencial Mar Cantábrico com Extinção da Seccional Residencial Mar Cantábrico e Transferência de Direitos e Obrigações para a OAS Empreendimentos S/A”. Em 27.10.2009, o referido Termo foi levado para ratificação pela Assembleia Geral da Seccional Mar Cantábrico e após aprovação, tal Acordo foi homologado judicialmente em 11.11.2009. Portanto, claramente a Bancoop não possui legitimidade para responder pela restituição de qualquer valor, razão pela qual irá recorrer para que a responsabilidade exclusiva da OAS por toda e qualquer restituição relativa ao empreendimento em questão seja reconhecida judicialmente, afastando, assim, a responsabilidade da Bancoop.”

A reportagem está tentando contato com a OAS. O espaço está aberto para manifestação.

A defesa do ex-presidente Lula divulgou a seguinte nota:

“Sentença proferida hoje (25/04) pelo juiz da 34ª. Vara Cível da Comarca de São Paulo (Processo no. 1076258-69.2016.8.26.0100), Dr. Adilson Aparecido Rodrigues Cruz, reforça a arbitrariedade da condenação imposta ao ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva no chamado caso do ‘tríplex’ do Guarujá.

Referida decisão julgou parcialmente procedente ação proposta pelo Espólio de Marisa Letícia Lula da Silva, representada pelo inventariante, o ex-Presidente Lula, para, dentre outras coisas, condenar a OAS EMPREENDIMENTOS S/A e a BANCOOP – COOPERATIVA HABITACIONAL DOS BANCÁRIOS a restituir parte dos valores pagos pela ex-Primeira Dama objetivando a aquisição de um apartamento no Condomínio Mar Cantábrico, atual Condomínio Solaris, no Guarujá.

Conforme observou o juiz, a ‘então adquirente MARISA LETÍCIA LULA DA SILVA não deu causa ao atraso da obra, pagou todas as prestações tidas pelas partes como devidas até a transferência de direitos e obrigações para a OAS EMPREENDIMENTOS S.A e, de outro lado, a despeito de ter ela assinado a declaração à restituição com a quitação total à cooperativa (fls. 41/42) não recebeu, nos autos, quaisquer quantias à restituição parcial ou total do valor devido’.

Ainda de acordo com o magistrado, D. Marisa ‘não esteve’ na assembleia realizada pela BANCOOP para deliberar sobre as novas regras do empreendimento após a sua transferência para a OAS ‘e também por isto, o acordado com a OAS e o deliberado em Assembleia não vinculou e não vincula a parte autora/seus sucessores ao que lhe é devido de valores respectivos às questões dos autos’.

Está-se diante de mais uma decisão judicial que demonstra que Lula e seus familiares jamais receberam um apartamento no Guarujá como vantagem indevida; na verdade tal decisão reafirma que D. Marisa adquiriu uma cota da BANCOOP que daria direito a um apartamento no atual Condomínio Solaris caso todos os valores correspondentes fossem pagos. D. Marisa fez os pagamentos dos valores correspondentes e após a transferência do empreendimento para a OAS não recebeu nem o apartamento, nem a restituição dos valores por ela investidos.

A sentença proferida pelo ex-juiz Sérgio Moro considerou que esse aspecto seria ‘crucial neste processo’ (item 301), e condenou Lula com base em um depoimento mentiroso de Leo Pinheiro e com base em afirmado descumprimento de obrigações em relação à OAS que D. Marisa jamais se vinculou, como reconhecido na sentença proferida nesta data. É o que se verifica, por exemplo, no item 374 da sentença proferida pelo ex-juiz Sérgio Moro (‘374. Então o que se tem presente até o momento é que Luiz Inácio Lula da Silva e sua esposa, diferentemente dos demais cooperados do antigo Empreendimento Mar Cantábrico, depois alterada a denominação para Condomínio Solares, não atenderam o prazo de trinta dias contados da assembleia, em 27/10/2009, dos cooperados para celebrar novo contrato com a OAS Empreendimentos ou para requerer a devolução dos valores pagos’). O mesmo ocorreu com as decisões judiciais posteriormente proferidas para manter a condenação de Lula.

Fica cada vez mais claro que Lula e sua família jamais receberam qualquer vantagem indevida da OAS ou de qualquer outra empresa. Lula e seus familiares, em realidade, são credores da OAS porque pagaram valores e nada receberam em troca, conforme reconheceu a sentença proferida nesta data.

Levaremos às instâncias cabíveis mais este substancial elemento para demonstrar que Lula não praticou qualquer crime e que sua absolvição revela-se inafastável de um processo justo, que jamais foi garantido ao ex-Presidente até o momento.

Cristiano Zanin Martins
Valeska T. Zanin Martins”

F: CB

 

Revendas repudiam o aumento no preço do gás de cozinha Petrobras reajustou o preço do GLP residencial de 3,3% a 3,6%

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O reajuste no preço do do botijão de gás, anunciado pela Petrobras na última sexta-feira (3/5), já está fazendo efeito no bolso dos consumidores que foram aos pontos de revenda nesta segunda-feira (6/5). O gás liquefeito de petróleo (GLP) residencial aumentou entre 3,3% e 3,6% nos polos de suprimento. O valor do botijão de 13 quilos, sem tributo nas distribuidoras, passou de R$ 25,33 para R$ 26,20, uma alta de R$ 0,87 em relação aos preços vigentes desde fevereiro.

A Petrobras informou, em nota, que o reajuste ocorre a cada três meses e o aumento trimestral definido se deve ao cenário internacional do GLP. “Os principais fatores para o ajuste nas refinarias foram a desvalorização do real frente ao dólar e a alta do produto no mercado internacional.”

O presidente da da Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg-BR), Alexandre Jose Borjaili, vê o aumento do gás como abusivo. “De acordo com a empresa, eles seguem a média do mercado europeu, mas o preço está acima da média. A maioria dos consumidores do GLP são famílias de classe média e baixa, ou seja, usam muito esse gás. A Petrobras produz o gás residencial para o Brasil e compara com os preços internacionais. A população precisa do gás para o combate à fome para fins residenciais, não deveria ser prejudicado.”
De acordo com o levantamento realizado pelo Correio para o consumidor do Distrito Federal, o botijão de gás estará disponível em valores entre R$ 65 e R$ 80 nas revendedoras. Para quem solicitar a entrega em casa, o preço sofre variação entre R$ 75 e R$ 97 nas regiões do DF. No entanto, o reajuste ainda não chegou em todos os pontos de revenda.
Dona de casa e moradora de Arniqueiras, Camila Sthefany também se revolta com o reajuste no gás de cozinha. Por ser mãe de 4 filhos, ela conta que tem muita dificuldade em pagar mais de R$ 75 em um botijão. “Só hoje, já vi lugares vendendo o gás de cozinha por R$85, é um absurdo”, reclama. Para se adaptar aos preços, a dona de casa ainda precisará reduzir o uso do fogão na hora de cozinhar. “Para quem tem 4 filhos, R$ 80 é coisa demais. Esse aumento vai influenciar até na hora de fazer um bolo ou cozinhar um feijão”.
A Asmirg-BR repudiou o aumento encaminhado pelas distribuidoras. “Há uma má fé nessa divulgação. A associação entende como abusivo esse ato das distribuidoras, porque elas poderiam apenas repassar o aumento dos centavos. A associação já vem tomando medidas em relação a isso, entramos com processo na Controladoria Geral da União (CGU) e estamos também em dois Ministérios Públicos Estaduais fazendo essa denúncia,” afirma o presidente da Associação.
Leandro Rodrigues, vendedor de tintas, é morador de Taguatinga e reclama do aumento proposto para o botijão de gás. “Eu acho um preço acima de R$ 70 muito caro, porque meu salário não aumenta, e porque todo dia tem um aumento diferente, seja na gasolina ou no gás de cozinha”, afirma o vendedor, que por usar o gás de cozinha com frequência, não sabe como fazer mudanças em sua rotina a fim de economizar.

PROGRAMA DE GESTÃO ESTRATÉGICA PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS- FIEPE

A adaptação da organização aos novos paradigmas do mercado global exige que seus gestores sejam capacitados, inovadores, flexíveis, rápidos e produtivos entre outros requisitos. A competência empresarial adquirida pela Micro e Pequena Empresa (MPE) ganha importância dado que gera emprego e renda, além de contribuir para o desenvolvimento sustentável.

Diante da composição do cenário empresarial brasileiro, onde a maioria das empresas são de micro e pequeno porte, estas necessitam de um conhecimento mais direcionado ao seu cenário de atuação, pensando nisso a FIEPE Araripina desenvolveu o programa visando à prosperidade das MPE’S.

O Programa abordará em quatro módulos os aspectos mais relevantes para as a gestão empresarial, Planejamento estratégico, Finanças Corporativas, Gestão de pessoas e Vendas, lidando com as atividades administrativas, operacionais e financeiras do negócio, por meio de discussões de temas relevantes e atuais, os quais despertam nos participantes algumas reflexões sobre a gestão e as estratégias utilizadas por ele no negócio.

Prefeito Dr Everton e secretária de Saúde Dra Conceição acompanham dia ‘D’ de vacinação contra a gripe  

 

Com o tema “Movimento – Vacina Brasil”, o prefeito de Trindade Dr Everton Costa e a secretária Municipal de Saúde Dra Conceição Barros estiveram acompanhando nas Unidades de Saúde nesse sábado (04) o dia “D” de vacinação contra a gripe. Todos os postos do município, povoados e zona rural atenderam durante todo o dia.

De acordo com o executivo a importância dessa vacina garante a proteção, estimulando as pessoas a se imunizarem contra a doença. A campanha no município contou com a presença do boneco Zé Gotinha, de palhaços e a entrega de doces, para levar alegria a criançada durante a vacina.

A secretária de saúde Dra Conceição disse que a vacina é uma das formas mais eficazes para evitar casos graves e mortes provocadas pela gripe. A campanha irá até dia 30 de maio, e as pessoas enquadradas que ainda não procuraram sua unidade de atendimento, busquem o quanto antes para prevenir contra a doença H1N1.

Quem deve tomar a vacina:

  • crianças (6 meses a menores de 6 anos)
  • gestantes
  • puérperas (até 45 dias após o parto)
  • trabalhador da saúde
  • professores
  • povos indígenas
  • idosos com 60 anos ou mais de idade
  • população privada de liberdade e funcionários
  • portadores doenças crônicas e condições especiais.

campanha de vacinação de 2019, protege contra o vírus H1N1, H3N2 e vírus do tipo B. Crianças vacinadas pela primeira vez vão receber duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas.

Da Assessoria de Comunicação – Trindade

Eleições para prefeitos e vereador podem ser adiadas para 2022

Eleições para prefeitos e vereador podem ser adiadas para 2022

23/04/2019

As eleições municipais previstas para acontecer no próximo ano podem ser adiadas para 2022. Uma PEC – Proposta de Emenda a Constituição – está sendo discutida no Congresso Nacional e pode adiar as eleições do próximo ano prorrogando assim o mandato dos atuais prefeitos e vereadores de todo o país por mais dois anos.

A discussão sobre a mudança ganhou muita força na semana passada em Brasília, durante a Marcha dos Prefeitos. O assunto foi um dos temas mais abordados.

Em conversa por telefone com o jornalista Elias Lacerda, o presidente da Federação dos Municípios Maranhenses (FAMEM), Erlànio Xavier (PDT), prefeito de Igarapé Grande, afirmou que a PEC tem como objetivo unificar as eleições em 2022, acabando assim com o cansativo e oneroso sistema atual de fazer eleições de dois em dois anos.

De autoria do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB/SC), a PEC foi aclamada pelos prefeitos em Brasília. Erlânio Xavier disse que a maioria dos deputados e senadores da bancada maranhense é a favor da mudança. “Todos os parlamentares do Maranhão que participaram da Marcha manifestaram apoio a PEC”, destacou o presidente da FAMEM.

De acordo com Erlànio, as federações de municípios de todos os estados estão trabalhando para que haja a aprovação da PEC. “O sistema atual é extremamente caro para o país. Cada eleição custa em média quase um bilhão de reais e tendo eleições de dois em dois anos sai duas vezes esse custo. Por isso a necessidade da mudança para a unificação das eleições. Estamos muito otimistas de que o Congresso aprovará a mudança unificando as eleições em 2022”, finalizou o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão (FAMEM).

FONTE: Jornalista Elias Lacerda