Facebook quer seguir usuário para saber quem são seus amigos reais

A empresa planeja usar sensores no seu smartphone para detectar com quem passa mais tempo

Facebook quer seguir usuário para saber quem são seus amigos reais
Para concretizar a ideia e identificar as pessoas mais próximas será necessário usar sensores presentes no smartphone (como Bluetooth ou NFC).

Por muito útil que fosse ter sugestões de amigos de Facebook mais certeiras com base nas interações reais, é fácil perceber como esta patente coloca riscos de privacidade, segundo destaca o Mirror.

Basta pensar quantas pessoas estão no ônibus que diariamente você usa para ir para o trabalho e se gostaria que todas elas tivessem acesso ao seu perfil na rede social.

Mesmo que a patente tenha sido submetida, não há certezas de que Facebook planeje seguir isso no futuro.

Minuto

Ônibus pega fogo em cruzamento de avenidas na Zona Sul do Recife

Por G1 PE

Ônibus pega fogo em cruzamento na Zona Sul do Recife

Ônibus pega fogo em cruzamento na Zona Sul do Recife

Ainda não se sabe qual o motivo do incêndio. O ônibus foi retirado do cruzamento pela companhia ainda na manhã de terça.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada para a ocorrência às 5h42, mas quando os bombeiros chegaram no local, o fogo já havia sido extinto pelo motorista. Não foram registradas vítimas.

Funcionários da empresa que estavam no local preferiram não falar com a imprensa. O G1 tenta contato com representantes da empresa.

Veículo que pegou fogo está parado em cruzamento movimentado da Zona Sul do Recife e atrapalha o trânsito — Foto: Camila Torres/TV GloboVeículo que pegou fogo está parado em cruzamento movimentado da Zona Sul do Recife e atrapalha o trânsito — Foto: Camila Torres/TV Globo

Veículo que pegou fogo está parado em cruzamento movimentado da Zona Sul do Recife e atrapalha o trânsito — Foto: Camila Torres/TV Globo

Fogo atingiu veículo na Zona Sul do Recife — Foto: Camila Torres/TV GloboFogo atingiu veículo na Zona Sul do Recife — Foto: Camila Torres/TV Globo

Fogo atingiu veículo na Zona Sul do Recife — Foto: Camila Torres/TV Globo

Bolsonaro quer aprovar este ano idade mínima para aposentadoria

Bolsonaro defende idade mínima para aposentadoria

Bolsonaro defende idade mínima para aposentadoria Rodrigo Viga/Reuters – 1º.11.2018

presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), defendeu nesta segunda-feira (5) que seja aprovado ainda este ano algum passo, “por menor que seja”, na Reforma da Previdência. Ele propõe a fixação da idade mínima para 61 anos para os homens e 56 para mulheres, no caso de funcionários públicos. O presidente prevê “majorar” em determinas carreiras que serão especificadas. A intenção é aprovar as mudanças ainda este ano.

Eduardo Bolsonaro: Reforma da Previdência não deve sair em 2018

“Um grande passo, no meu entender, se este ano for possível, vamos passar para 61 anos [a idade mínima] o serviço público para o homem, 56 para a mulher, e majorar também o ano nas demais carreiras. Acredito que seja um bom começo para entrar no ano que vem já tendo algo de concreto para nos ajudar na economia”, disse o presidente eleito em entrevista à TV Aparecida.

Propostas de interesse de Bolsonaro já estão em votação no Congresso

Segundo Bolsonaro, não se pode generalizar a fixação da idade mínima de 65 anos porque certas atividades são incompatíveis com a aposentadoria até mesmo aos 60. O presidente eleito usou como exemplo os policiais militares do Rio de Janeiro. “Não é justo colocar lá em cima [a idade mínima].”

Bolsonaro define 10 grupos e 27 nomes para equipe de transição

No projeto que está na comissão especial da Câmara dos Deputados, a idade mínima é de 65 anos para homens e 62 para mulheres. A proposta já foi aprovada na comissão especial, ainda tem de passar por outras instâncias na Casa.

Prioridades

Veja as propostas de governo do presidente eleito Jair Bolsonaro

Bolsonaro reiterou que o tema está entre as prioridades para o governo eleito. “Não adianta ter uma boa proposta previdenciária, se ela não vai passar na Câmara e no Senado. Queremos dar um passo, por menor que seja, mas dar um passo na Reforma da Previdência, que é necessário.”

Para o presidente eleito, é necessário eliminar as incorporações de cargos de comissão aos salários de servidores que desempenham essas funções por algum tempo.

Fusão de ministérios

Na entrevista, Bolsonaro indicou que deve manter em pastas distintas Meio Ambiente e Agricultura, não deu sinalizações de fusão das duas áreas. “Vários ruralistas estão achando que não é o caso a fusão, mas vou deixar bem claro que não vai haver diferença.”

O presidente eleito reiterou que a nomeação dos ministros será feita somente por ele. “Quem vai nomear o ministro do Meio Ambiente vai ser eu, e não vão ser essas pessoas que tivemos até o momento transitando por lá, prestando um desserviço ao meio ambiente e um desserviço ao homem do campo.”

Aborto

Questionado sobre ampliar, na legislação, as possibilidades de autorização para o aborto legal, Bolsonaro disse que sua prioridade é manter como está. “O compromisso que tenho é não deixar ampliar o aborto em hipótese alguma”, disse ele.

O presidente eleito diz que é contra o aborto, mas há situações extremas em que é necessário reavaliar a posição. “Eu sou contra o aborto, mas a questão do risco de morte para a mãe é uma questão que fica difícil. Se não abortar uma gravidez tubária, a mãe vai morrer. Qual é a solução? É deixar a acontecer? Peço a Deus que me ilumine para tomar uma decisão no tocante a isso, caso essa questão volte a ser discutida no plenário da Câmara e do Senado”.

Em outro momento da entrevista, Bolsonaro disse ser a favor do acolhimento dos venezuelanos que chegam ao Brasil como refugiados, mas disse que é preciso combinar essa recepção com medidas contra o governo da Venezuela.

“Vamos reconhecer a situação da Venezuela. Eles estão fugindo da ditadura, da fome e da violência, mas o Governo Federal tem que tomar medidas contra o Governo Maduro. E não apenas acolher e deixar que se resolva as coisas naturalmente”.

Casa Civil nomeia 27 nomes para equipe de transição de Bolsonaro

Resultado de imagem para transição

Imagem meramente ilustrativa

BRASÍLIA – A Casa Civil nomeou nesta segunda-feira, 5, mais 27 nomes indicados para aequipe de transição do novo governo de Jair Bolsonaro. As nomeações estão em edição extra do Diário Oficial da União, que circula nesta tarde. Dos 27 nomes que constam da lista, 22 são indicados pela transição e cinco pelo governo de Michel Temer, por já serem servidores públicos.

Entre os nomeados para a equipe que comandará a transição estão Paulo Guedes, futuro ministro da Economia; Marcos Pontes, já confirmado no Ministério de Ciência e Tecnologia; e general Augusto Heleno, que assumirá a Defesa.

Na lista ainda há outros nomes ligados à equipe que tem trabalhado com Guedes nas propostas econômicas. São eles: Arthur Bragança de Vasconcelos Weintraub, Roberto da Cunha Castello Branco, Carlos Von Doellinger, Carlos Alexandre Jorge da Costa, Abraham Bragança de Vasconcelos Weintraub. Irão ainda compor a equipe de transição na área econômica os já servidores Alexandre Xavier Ywata de Carvalho, Waldery Rodrigues Junior, Adolfo Sachsida e Marcos Cintra Cavalcanti de Albuquerque.

Pablo Antônio Fernando Tatim dos Santos foi designado para assessorar o ministro extraordinário, já nomeado em ato publicado hoje, Onyx Lorenzoni, coordenador da equipe de transição do presidente da República eleito.

Ainda constam da lista de nomeações os nomes de Marcos Aurélio Carvalho, Paulo Roberto, Luciano Irineu de Castro Filho, Paulo Antônio Spencer Uebel, Gustavo Bebianno Rocha, Gulliem Charles Bezerra Lemos, Eduardo Chaves Vieira, Luiz Tadeu Vilela Blumm, Bruno Eustáquio Ferreira Castro de Carvalho, Sérgio Augusto de Queiroz, Antônio Flávio Testa, Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, Jonathas Assunção Salvador Nery de castro e Ismael Nobre.

O ESTADÃO

Mudanças no governo Paulo Câmara condicionadas ao Palácio do Planalto

Blog da Folha

As costuras para o redesenho do secretariado do governador Paulo Câmara (PSB) estão sendo feitas à espreita da configuração ministerial do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Os anúncios de fusões e extinções de ministérios podem atrapalhar a ideia de alinhamento por partidos entre ocupantes das pastas estaduais e federais analisada pelo Palácio do Campo das Princesas. Diante disso, Câmara decidiu aguardar a definição do novo cenário para montar a nova equipe.

Na esteira da indefinição, o deputado federal eleito João Campos (PSB) admitiu a possibilidade de assumir alguma pasta por missão partidária. Visando ao projeto Prefeitura do Recife, em 2020, há uma discussão interna no PSB sobre o que seria melhor para o filho do ex-governador Eduardo Campos, morto em 2014. A situação está sendo discutida, mas a definição será obtida adiante.

Nos bastidores, avaliou-se a ocupação das secretarias de Cidades ou de Turismo. Mas, se o Ministério das Cidades for de fato extinto como prenunciou o deputado federal eleito Luciano Bivar (PSL), a pasta estadual perderia o peso. A leitura no Palácio do Campo das Princesas é que não adiant

A situação da deputada estadual eleita Gleide Ângelo (PSB), que foi aventada nos bastidores na secretaria da Mulher, segue inconclusa. O partido também vislumbra que Gleide dispute a Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes. A oposição ao prefeito Anderson Ferreira (PR) saiu enfraquecida das urnas e ela é vista como alguém que pode desempenhar essa função. Contudo, há também uma ala que defende que ela deve assumir o mandato na Assembleia Legislativa.

Os espaços do PT, do PP e demais partidos na gestão também ficarão em “banho-maria”. As definições só devem ocorrer quando Câmara retornar das férias no final de novembro. Mas o anúncio oficial só será realizado em meados de dezembro. Nos bastidores, comenta-se que o desejo do governador era realizar alterações pontuais no secretariado, mas a configuração da Esplanada dos Ministérios poderá influenciar nisso.

Contudo, os secretários da Fazenda, Marcelo Barros, e da Casa Civil, André Campos, e o chefe de gabinete, José Neto, devem ser mantidos no Palácio das Princesas.

‘Moro ajudou a eleger Bolsonaro e agora vai ajudar a governar’, diz Gleisi

“Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer”, disse Gleisi
Foto: Agência Brasil
Estadão Conteúdo

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, usou a escolha de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública para reforçar a tese de que o magistrado agiu politicamente nos casos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para a dirigente petista, Moro “ajudou a eleger” Bolsonaro ao condenar Lula, o que gerou a inelegibilidade do petista, e agora vai ajudar o presidente eleito a governar.

“Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer”, escreveu Gleisi no Twitter, citando ainda o vazamento de conversas da ex-presidente Dilma Rousseff e a divulgação da delação do ex-ministro Antonio Palocci. “Ajudou a eleger, vai ajudar a governar”, disse Gleisi.

“Time de Ouro”: Bolsonaro escolhe Sérgio Moro para Ministro da Justiça

MF Murilo Fagundes* (foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Com redução da quantidade de ministérios hoje existentes na Esplanada, Jair Bolsonaro está perto de bater o martelo em relação à estrutura do próximo governo. Após divulgar quatro nomes de ministros e causar polêmica pela união das pastas da Agricultura e do Meio Ambiente, uma disposição divulgada por aliados propõe a fusão de setores como Educação, Cultura e Esportes, além da criação de um superministério da Justiça, que pode ser comandado pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Criminal de Curitiba.
No Twitter, rede social, onde Bolsonaro marca presença diariamente desde o início da campanha, o presidente eleito afirmou que os “ministérios não serão compostos por condenados por corrupção, como foram nos últimos governos”.
Além disso, o futuro chefe do executivo federal disse que anunciará “os nomes oficialmente em minhas redes”. “Qualquer informação além é mera especulação maldosa e sem credibilidade”, completou. A declaração se dá depois da especulação do nome de Alberto Fraga, deputado federal que se candidatou ao  Governo do Distrito Federal e acabou derrotado neste pleito, para assumir algum ministério.
A lista – ainda não oficial – foi desenhada nesta quarta-feira (31/10), na primeira reunião do presidente eleito com a sua equipe depois das eleições.

Guarda Nacional será formada por Reservistas das Forças Armadas e substituirá Força Nacional

Estudos do Ministério da Defesa, Justiça e Gabinete de Segurança Institucional, sugere a criação da Guarda Nacional Permanente, em substituição a FNS – Força Nacional de Segurança  http://ibarp.org.br/ – CADASTRE-SE

 

Foto Imagem – DefesaNet de 23 de janeiro de 2018 – Substituição da FNS por Guarda Nacional Permanente

O ministro da Defesa, Raul Jungmann (PPS), informou nesta segunda-feira (22) no Debate da Super Manhã da Rádio Jornal que o presidente Michel Temer (MDB) solicitou estudos sobre a criação da Guarda Nacional Permanente. Formada por um efetivo permanente, a Guarda atuaria no combate ao tráfico de drogas e de armas nas fronteiras e na preservação da ordem pública em casos extraordinários.

Segundo o ministro, esse efetivo atenderia a demandas de segurança no país com uma capacitação especializada em atuação policial, uma solução intermediária entre as Polícias e as Forças Armadas. Atualmente a Força Nacional de Segurança, cumpre o papel de preservação da ordem pública, combatendo grandes rebeliões em presídios federais ou auxiliando na segurança de Estados em que a polícia se encontra em greve, por exemplo. Porém, eles só são convocados de acordo com alguma eventual necessidade.

“A Constituinte de 1988 era oito ou 80. Ou você ficava com as forças de segurança locais, na situação ordinária, ou extraordinariamente você convoca as Forças Armadas, não tem nada no meio. Deveria ser a Força Nacional de Segurança, mas a Força Nacional de Segurança é uma coisa que você organiza para a tarefa, ou seja, eu tenho um problema no Pará, então eu pego 100 de Pernambuco, 500 de São Paulo (POLICIAIS), que é o que acontece hoje”, afirmou o ministro.

Reunião

A criação da Guarda Nacional Permanente foi discutida em reunião no início de janeiro com Temer, Raul Jungmann, representantes da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Os estudos concluídos devem ser enviados ao presidente ainda no mês de Janeiro. Para ser viabilizada, a Guarda deve ser aprovada por meio de Projeto de Lei pelo Congresso Nacional.