População detém homem acusado de roubo e por falta de viaturas, polícia conduz preso num reboque de motos

Foto:; Reprodução

Policiais lotados no Quinto Batalhão de Polícia Militar de Petrolina com o apoio da comunidade de Rajada prenderam às 9h da manhã, desta quarta-feira (28), um homem acusado de tentar assaltar um posto avançado de um banco privado na região. Mas segundo a população, por falta de viaturas os servidores da segurança estadual tiveram que conduzir o homem em cima de um reboque de motos.

Em recente visita do Governador Paulo Câmara a região de Petrolina, o mesmo disponibilizou uma viatura nova e exclusiva para reforçar a segurança pública em Rajada, dentro do Programa Pacto Pela Vida. A medida é fruto de uma ação do deputado federal Gonzaga Patriota e do vereador Zenildo do Alto do Cocar. A população não teve tempo de comemorar a chegada da viatura, pois a mesma foi retirada para reforçar a segurança no Sertão do Araripe, deixando Rajada a ver navios.

A segurança da comunidade de Rajada, maior distrito do interior de Petrolina com cerca de 15 mil habitantes é feita apenas por dois policias a pé.

(Blog do Banana)

Cármen Lúcia pede em pronunciamento ‘serenidade’ contra ‘desordem social’

‘Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições’, afirmou presidente do Supremo Tribunal Federal em pronunciamento gravado para a TV Justiça.


Por Rosanne D’Agostino, G1, Brasília

Cármen Lúcia pede serenidade e respeito às opiniões

Cármen Lúcia pede serenidade e respeito às opiniões

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), gravou um pronunciamento nesta segunda-feira (2) no qual defende o “fortalecimento da democracia”, afirma que “há que se respeitar opiniões diferentes” e pede “serenidade” para que diferenças ideológicas não resultem em “desordem social”.

O pronunciamento, de 3 minutos e 18 segundos de duração, cujo texto foi divulgado antecipadamente pela assessoria do STF, foi ao ar na TV Justiça. A assessoria não informou o que motivou o pronunciamento da ministra.

“Há que se respeitar opiniões diferentes. O sentimento de brasilidade deve sobrepor-se a ressentimentos ou interesses que não sejam aqueles do bem comum a todos os brasileiros”, afirmou a ministra.

Nesta segunda-feira, Cármen Lúcia se reuniu com o diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, a fim de discutir a segurança no dia dojulgamento do habeas corpus preventivo apresentado pela defesa do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. O julgamento está marcado para a próxima quarta-feira (4), e há expectativa de que atrairá manifestantes contra e a favor de Lula.

Com o habeas corpus, a defesa de Lula pretende impedir que, embora condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), de segunda instância, ele não possa ser preso antes de esgotados os recursos em todas as instâncias da Justiça.

“Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições”, afirmou a presidente do STF no pronunciamento.

Cármen Lúcia afirma ainda que, na sociedade, “não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só circunstância de se terem ideias e práticas próprias”.

“Diferenças ideológicas não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida sempre com respeito ao outro”, diz o texto.

Segundo ela, “fora da democracia não há respeito ao direito nem esperança de justiça e ética”.

Íntegra

Leia a seguir a íntegra a íntegra do pronunciamento da presidente do STF:

A democracia brasileira é fruto da luta de muitos. E fora da democracia não há respeito ao direito nem esperança de justiça e ética.

Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições.

Por isso mesmo, este é um tempo em que se há de pedir serenidade.

Serenidade para que as diferenças ideológicas não sejam fonte de desordem social.

Serenidade para se romper com o quadro de violência. Violência não é justiça. Violência é vingança e incivilidade.

Serenidade há de se pedir para que as pessoas possam expor suas ideias e posições, de forma legítima e pacífica.

Somos um povo, formamos uma nação. O fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para a convivência tranquila de todos. Há que serem respeitadas opiniões diferentes.

Problemas resolvem-se com racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Superam-se dificuldades fortalecendo-se os valores morais, sociais e jurídicos. Problemas resolvem-se garantindo-se a observância da Constituição, papel fundamental e conferido ao Poder Judiciário, que o vem cumprindo com rigor.

Gerações de brasileiros ajudaram a construir uma sociedade, que se pretende livre, justa e solidária. Nela não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só circunstância de se terem ideias e práticas próprias. Diferenças ideológicas não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida sempre com respeito ao outro.

A efetividade dos direitos conquistados pelos cidadãos brasileiros exige garantia de liberdade para exposição de ideias e posições plurais, algumas mesmo contrárias. Repito: há que se respeitar opiniões diferentes. O sentimento de brasilidade deve sobrepor-se a ressentimentos ou interesses que não sejam aqueles do bem comum a todos os brasileiros.

A República brasileira é construção dos seus cidadãos.

A pátria merece respeito. O Brasil é cada cidadão a ser honrado em seus direitos, garantindo-se a integridade das instituições, responsável por assegurá-los.

G1

PRF divulga balanço da operação Semana Santa, no Sertão de Pernambuco

Foram registrados três acidentes na região. (Foto: Paulo Ricardo Sobral/ TV Grande Rio)

Foram registrados três acidentes na região. (Foto: Paulo Ricardo Sobral/ TV Grande Rio)

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou nesta segunda-feira (2) o balanço da operação Semana Santa, realizada entre a quinta-feira (29) e o domingo (1). Os dados são refentes ao trecho da 6ª Delegacia da PRF, que engloba os municípios de Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Afrânio, Lagoa Grande e Orocó, todos do Sertão de Pernambuco, e Juazeiro, no Norte da Bahia.

Durante a operação, a PRF realizou 115 testes de alcoolemia. Foram aplicadas 107 multas e uma pessoa foi presa.

G1

O mecanismo’, da Netflix, levanta polêmica sobre parcialidade na ficção

A Netflix recebeu críticas negativas por questões políticas da produção Polêmica.

Foto: Divulgação/Netflix

A Netflix foi inserida dentro de uma queda de braço política com a série O mecanismo. Assinada pelo cineasta José Padilha e estrelada por Selton Mello, a produção conta a história dos bastidores da operação Lava-Jato, que desnudou um grande esquema de corrupção no país, envolvendo grandes nomes do Legislativo e do Executivo nacional.
Uma das razões para esse queda de braço deu-se no momento em que a produção atribuiu uma fala (“estancar a sangria”) ao personagem que representaria o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fora da ficção, as frases foram ditas pelo senador Romero Jucá (MDB-RR) em uma conversa com o ex-senador e ex-presidente da Transpetro (empresa de transporte e logística da Petrobras), Sérgio Machado. O trecho da conversa envolvendo Jucá e Machado foi divulgado em 23 de maio de 2016.
Não demorou muito para começarem as críticas à produção. Nomes ligados à esquerda apontaram descontentamento com a série e ensaiaram um boicote à Netflix. Professor, crítico de cinema e editor do site Cinema em Cena, Pablo Villaça fez severas críticas à produção e ao serviço de streaming. As opiniões de Villaça repercurtiram com grande impacto nas redes sociais. No portal em que escreve, ele citou várias razões que o levaram a cancelar o serviço de streaming. Em entrevista ao Correio, ele explica que O mecanismo foi “apenas a gota d’água” para o cancelamento do serviço e que não existia o plano prévio de começar um boicote em massa contra a Netflix.
“Quando eu cheguei a essa gota d’água para cancelar, eu tirei a tela (um print screen, da confirmação do cancelamento), botei no meu Twitter, e o pessoal foi tirando também, e eu fui retuitando e, de repente, quando eu vi ,virou um movimento, mas não foi uma coisa organizada”, destacou Villaça. “Quando a Netflix toma a decisão de fazer um contrato, com um cara como o José Padilha, para fazer uma série sobre a Lava-Jato, eles sabiam exatamente qual ia ser o resultado. Eles estão fazendo uma história antes de a história terminar. E eles estão fazendo isso a poucos meses de uma eleição, que está altamente polarizada, em um país em que existe uma divisão hostil. Isso mostra a irresponsabilidade da Netflix”, completa.
O crítico também ressalta que já acompanhou e elogiou outros trabalhos de Padilha: “Eu considero o José Padilha, como diretor, excelente. Eu estive no festival de Berlim recentemente e acompanhei o filme 7 dias em Entebbe (um dos mais recentes trabalhos de Padilha) e fui um dos poucos que gostaram do filme. E escrevi isso”, lembra.
Visão de especialista
Após ponderar que ainda não viu a produção, a professora Dacia Ibiapina, do Departamento de Audiovisual da Universidade de Brasília, aponta aspectos positivos e negativos sobre a polêmica. “Bem, eu acho que o audiovisual é político, não tem como não ser, por princípio, eu sou a favor da liberdade de expressão, eu acho que existem diversos tipos de conteúdos, e essa diversidade é importante. Agora, eu entendo que o boicote tem o objetivo de chamar a atenção para uma questão válida. E, se tem pessoas se posicionando e chamando a atenção, é porque provavelmente há motivos”, pondera.
Ao ser perguntado se participaria de um projeto polêmico envolvendo a política atual nacional, o cineasta Felipe Gontijo é categórico: “Sim, com certeza. A gente, quando faz um produto de comunicação, está suscetível a isso (respostas por parte do público). Inclusive tem uma produtora de que eu sou parceiro que tinha um projeto que envolvia como pano de fundo toda uma coisa da política do Planalto. A gente não deve fugir de temas, se fugir, está havendo uma censura. É uma coisa difícil, porque não tem como ser isento no que a gente faz, tem de existir a produção”, afirma.
Defesa da série
Em entrevista ao jornal O Globo, José Padilha negou a propagação de notícias falsas. “A série mostra como PT e PMDB montaram um enorme esquema de corrupção de lavagem de dinheiro. Um esquema que lesou os brasileiros, com a participação clara de Lula e Temer, que, durante boa parte do tempo, foram sócios da corrupção sistêmica, lógica estruturante da política no Brasil. E a esquerda quer polemizar o uso do termo ‘estancar a sangria’? Não é preciso ser nenhum Sigmund Freud para concluir o que a esquerda revelou sobre si mesma ao se ater a este ponto”, apontou Padilha. Ainda sobre o boicote, o diretor ironizou a ação de militantes de esquerda como “patética”.
O Correio tentou entrar em contato com Padilha, por meio da produtora da qual o cineasta é sócio — a Zazen —, mas, até o fechamento desta matéria, não recebeu resposta. O jornal também contatou a assessoria da Netflix no Brasil, mas não foi atendido.
A ex-presidente Dilma Rousseff também questionou a série por, supostamente, manipular os fatos em prol de uma ideologia política. “A série O mecanismo, na Netflix, é mentirosa e dissimulada. O diretor inventa fatos. Não reproduz fake news. Ele próprio tornou-se um criador de notícias falsas”, aponta o terceiro parágrafo do texto assinado pela equipe da ex-presidente.
O ex-presidente Lula falou sobre a produção. “Nós vamos processar a Netflix, nós não temos que aceitar isso. Eu não vou aceitar (…) Eles produziram uma peça que é mais uma mentira”, afirmou em passagem por Curitiba, segundo o jornal El País.

Aluna terá que pagar R$ 5 mil a professor

Aluna terá que pagar R$ 5 mil a professor. Foto: Nando Chiappetta/DP

Aluna terá que pagar R$ 5 mil a professor. Foto: Nando Chiappetta/DP

Família da estudante processou professor por tê-la trocado de lugar na sala de aula. Após dois anos, autoridade do professor foi reconhecida.
Uma aluna da rede estadual de ensino de Pernambuco foi condenada pela Justiça a pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais a um professor da Escola de Referência em Ensino Médio Apolônio Sales, localizada no Ibura, Zona Sul do Recife. A família da estudante havia acionado o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o docente porque ele havia mudado a aluna, que conversava em sala, de banca durante uma aula. 

A decisão, assinada pelo juiz Auziênio de Carvalho Cavalcanti, foi favorável ao professor e comemorada como uma vitória da educação pela categoria.
De acordo com a sentença, expedida no último dia 20, o professor de matemática e física Jeff Kened Barbosa, de 62 anos, sendo 25 de profissão, pediu, no dia 11 de abril de 2016, para uma aluna, que terá a identidade preservada, mudar de lugar durante uma aula. Ela estaria conversando com um grupo de colegas e atrapalhado o andamento da disciplina. No dia seguinte, a mãe da estudante procurou a gestão escolar para se queixar do professor, alegando que ele havia constrangido a adolescente. A família acionou o Conselho Tutelar e o MPPE para denunciar o professor.
O professor processou a mãe e a aluna por danos morais. A decisão judicial considerou que “o autor (Jeff) não extrapolou o exercício da autoridade que lhe é conferida em sua posição de professor”. Na defesa, a aluna alegou que sofreu danos morais e teve problemas psicológicos por causa do fato, mas o juiz ressaltou que “o constrangimento que ela alega haver sofrido encontra-se fora da órbita do dano moral, que configura a dor, vexame, sofrimento ou humilhação que, de forma anormal, interfira no comportamento psicológico do indivíduo, logo o pedido contraposto resta improcedente”.
O professor, que esperou dois anos pela decisão, contou que nunca havia passado por uma situação como essa em 25 anos de sala de aula. “A aluna estava conversando e eu simplesmente pedi para ela parar. Ela disse que estava fazendo 18 anos e que ninguém mandava nela nem poderia trocá-la de lugar ou mandá-la calar-se”, lembrou Jeff. Ele continua lecionando na Apolônio Sales. A aluna não estuda mais na escola. “Essa vitória não é apenas minha, mas de todos os professores. Recebi ligações de educadores de todos os estados brasileiros comentando o assunto”, disse. O Diario procurou a estudante, a mãe e a advogada dela, mas não conseguiu contato. Uma indenização no valor de R$ 5 mil foi arbitrada pelo juiz, mas a estudante ainda pode recorrer na segunda instância do Poder Judiciário. Para decidir em favor do docente, o juiz considerou que “o professor em sala de aula é detentor de prerrogativa de ascendência e autoridade necessárias ao exercício da elevação educacional e cultural do aluno e ajustamento desta conduta ao ambiente coletivo em que está inserido. A observação negativa sobre comportamento da aluna que desconsidera a convivência coletiva e adota conduta prejudicial ao ambiente necessário ao ensino na sala de aula insere-se no exercício regular da atividade do professor”, pontuou o juiz Auziênio de Carvalho.
A psicóloga Deméria Donato observou que casos como esse revelam a falta de habilidade de se comunicar com o outro. Segundo a especialista, pode representar ainda a superproteção de crianças e adolescentes, que prejudica o andamento escolar deles. “Não sei se essa era a educação dada à garota, mas pode revelar uma conjuntura familiar de superproteção. O professor tem direito a ditar regras e os alunos devem estar preparador para ouví-lo”.
Diariodepernambuco

Trindadenses encenam ‘Vida, Paixão e Morte de Jesus’, na praça da Matriz



Com apoio da Prefeitura Municipal de Trindade, por meio da Secretaria de Educação, Cultura e Desportos, quase 100 atores e figurantes encenaram, nesta sexta-feira (30), o espetáculo ‘Vida, Paixão e Morte de Jesus’, na Praça da Igreja Matriz, em Trindade. A apresentação ocorreu ao longo dos painéis de led que representaram a Via Sacra, misturando teatro com liturgia.

O ator que interpretou o papel de Jesus Cristo falou da emoção. “A cada ano é emocionante, tanto nos ensaios, como agora, atuando. Tem também a emoção do público para a gente. É preciso segurar a emoção para buscar manter a serenidade de Jesus. Toca bastante no final, o contato dele com Maria, o amor de mãe pelo filho que está sofrendo”, afirma.

O evento começou por volta das 20h desta sexta-feira. O diretor de Cultura da cidade e diretor da peça, Rodrigo Amorim falou da importância de todos os que se envolveram para mais esse grande momento.

 

“Foi emocionante, intenso, como todos os anos. Estamos certos que demos o nosso melhor. Esse ano buscamos trazer os cenários diferentes e modernizamos ainda mais com o painel de led, esperamos que o público tenham gostado. São muitos detalhes importantes, vários dias ensaiando, tem o preparo físico, é preciso carregar a cruz no final, tem o preparo da voz porque tinha que gravar as cenas. Foi todo um trabalho estudado”, revela.

O evento integra a Grande Caminhada da Fé e foi apresentado por integrantes do grupo ACULT, o diretor do espetáculo, Rodrigo Amorim.

O vice-prefeito Jaécio Sá assistiu de perto ao espetáculo e falou da emoção de poder acompanhar a morte e a vida de Jesus Cristo com sua família. “Para mim é valoroso ver o trabalho dos integrantes que buscaram fazer com excelência a demonstração das cenas e, trazer minha família para ver a mais linda história de amor, é sem sombra de dúvidas uma oportunidade única que só temos a agradecer”, frisou o executivo.

Espetáculo

Centenas de fiéis acompanharam a encenação. O espetáculo percorreu os painéis pintados, mostrando cada cena. Em cada uma das paradas, o grupo encena um momento importante na vida de Jesus, a começar pelo batismo de Jesus Cristo no deserto.

O teatro encerrou com a crucificação de Jesus em meio aos dois ladrões, com o painel em led mostrando também os cenários da época.

De acordo com a organização, o teatro reuniu quase 100 pessoas, entre atores.

Da Assessoria de Comunicação – Trindade (Fotos: Edson Vasconcelos).

Trama de ‘O Mecanismo’, a nova série da Netflix, não supera a realidade

'O Mecanismo'
Caroline Abras e Selton Mello, protagonistas da série ‘O Mecanismo’. DIVULGAÇÃO/NETFLIX
Netflix acaba de lançar sua mais recente produção e não escapará da polêmica. A série O Mecanismo, de José Padilha, criador brasileiro de Narcos e Tropa de Elite 1 e 2, traz ao mundo das séries a Operação Lava Jato, a investigação contra o maior esquema de corrupção do Brasil, uma história que inquieta os brasileiros desde março de 2014.

A primeira temporada destrincha as origens da investigação quando dois policiais, Ruffo e Verena, se propõem a acabar com o negócio milionário de um astuto criminoso especializado em lavagem de dinheiro. Em sua batalha, travada – não sem atritos – com o Ministério Público e um juiz tenaz e vaidoso, descobrem que o mecanismo corrupto é muito maior do que esperavam e chega aos escritórios de deputados, partidos políticos, funcionários públicos e dos principais empreiteiros do país.

Os oito primeiros episódios são um thriller policial alimentado por uma investigação repleta de obstáculos narrados – como é habitual em Padilha – pela voz off dos protagonistas da polícia.

A história é dinâmica e, às vezes, intrigante, embora boicote com a narração parte do suspense. Mas a série comete erros que, para os espectadores brasileiros, a fotografia, o ritmo e a elogiável atuação do elenco não conseguem compensar.

Mesmo antes da estreia houve um claro esforço dos produtores em demonstrar sua imparcialidade em um assunto que divide o país entre os que defendem acabar com a corrupção a qualquer custo e aqueles que denunciam abusos policiais e judiciais em uma disputa em que vale tudo. A série apresenta referências reiteradas sobre um mecanismo sem ideologias, que não concebe direita ou esquerda, mas enquanto o roteiro aborda superficialmente alguns personagens, as adaptações dramáticas se deleitam generosamente em outros. Essa adaptação dos fatos reais pode confundir o espectador menos informado e mais ainda qualquer estrangeiro que não tenha acompanhado nem de longe essa novela política.

O roteiro, por exemplo, põe na boca do personagem que encarna o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva uma frase que não é dele. Preocupado com o avanço das investigações, o personagem de Lula diz a seu ex-ministro da Justiça que “é preciso acabar com essa sangria”. Seria apenas um recurso dramático se não fosse o fato de esse diálogo ter sido imortalizado ao chegar às televisões de todos os brasileiros. E não era Lula o interlocutor, mas um de seus – agora – inimigos políticos, promotor do impeachment de Dilma Rousseff e principal articulador do Governo Michel Temer e também investigado em vários casos de corrupção. A ocorrência, em ano eleitoral e com o autor da frase ainda orquestrando as entranhas do poder, foi interpretada como mal-intencionada.

O assunto é delicado e Padilha, que não teme a polêmica, sabia disso. De fato, o diretor já qualificou essa discussão como “boboca” e argumentou que sua obra é uma ficção.

Mesmo assim, a equipe anunciou que os personagens não seriam reconhecíveis. “É como se a história acontecesse em um país de outra galáxia”, disse a este jornal Marcos Prado, um dos três diretores que trabalharam com Padilha meses antes da estreia. Não é verdade e é fácil identificar os protagonistas e seu papel dentro e fora da ficção. A ex-presidenta Dilma Rousseff, que na série disputa a reeleição enquanto o vilão passeia alegremente por seu comitê de campanha, passou o fim de semana assistindo à série e não gostou nem um pouco. “O cineasta mente, distorce e falseia. Isso é mais do que desonestidade intelectual. É próprio de um pusilânime a serviço de uma versão que teme a verdade”.

Em seu esforço para apresentar a difícil luta do bem contra o mal algo reducionista, Padilha abusa da ficção e deixa muitas nuances pelo caminho, algo que soube retratar em outras produções. Seu herói é um delegado veterano mal pago que come arroz e feijão, enquanto luta contra empresários que jogam tênis em mansões. É a luta de um Davi que anda de ônibus contra um Golias que tem um avião particular. Mas os policiais federais de O Mecanismo não são vítimas da precariedade, como o são os policiais militares de Tropa de Elite, e um delegado da Polícia Federal ganha, no topo da carreira, cerca de 23.000 reais.

Deixando de lado as adaptações pouco delicadas do roteiro, que servirão como munição política, se percebe uma oportunidade perdida na série. Padilha, os outros diretores e a roteirista Elena Soarez tiveram quatro anos de noticiário frenético com reviravoltas inimagináveis no roteiro para contar essa história de intrigas de poder, traições, confissões, vazamentos e até mortes, mas a impressão deixada pelos oito primeiros episódios é que não conseguiram superar a realidade com sua ficção.

FONTE: EL PAIS

Gilmar Mendes volta de Lisboa para julgamento de Lula

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), voltará de Lisboa para o julgamento do habeas corpus de Lula, no dia 4.

Ele está em Portugal para um seminário que o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), do qual é sócio, realizará no país. Entre os oradores estão ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente de Portugal e professor de Direito, Marcelo Rebelo de Souza.

O evento vai de 3 a 5 de abril, coincidindo com a data do julgamento do ex-presidente.

Segundo a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, o magistrado deve participar da abertura do evento e embarcar no próprio dia 3, chegando em Brasília a tempo de participar da sessão do STF em que o pedido de HC será analisado.

O placar na corte está apertado: os advogados de Lula estão seguros de que têm o voto de cinco magistrados (além de Gilmar devem acompanhar a tese da defesa dos ministros Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski).

Outros cinco ministros já sinalizaram que votam contra: Cármen Lúcia, Edson Fachin, Luiz Fux, Luis Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. A ministra Rosa Weber deve dar o voto de desempate. Sua posição segue indecifrável. A presença de Gilmar Mendes é considerada fundamental para o desenvolvimento do debate em plenário.

 Magno Martins

Terminal Rodoviário de Araripina vive estado de abandono

Por: Lusmar Barros

Parte de embarque e desembarque do Terminal Rodoviário de Araripina.

Local de chegada e saída dos ônibus repleto de buracos.

 

O ponto de entrada e saída com um considerável flux de pessoas de várias cidades do Pernambuco e estados vizinhos a exemplo de Ceará e Piauí, passam pelo Terminal Rodoviário de Araripina, várias aviações embarcam e desembarcam todos os dias no terminal, até aí tudo bem!

O problema é que a estrutura do Terminal Rodoviário não vem dando o suporte básico para o bom funcionamento das agências, restaurantes e os trabalhadores que prestam serviço aos passageiros, a exemplo dos taxistas, de acordo com relatos o Terminal vivencia um estado de abandono e quem está mantendo o terminal em condições minimas de funcionamento são os próprios taxistas e às agências que mantem o local limpo na medida do possível, mas falta água nos banheiros os quais os usuários não tem nem coragem de entrar do local por conta da fedentina, sendo forçados a voltar a fazer suas necessidades fisiológicas muitas vezes dentro dos próprios ônibus, porque o Terminal não tem condição nem está dando assistência em atender os passageiros hora em trânsito.

Terminal Rodoviário Estadual de Araripina abadonado

A primeira coisa que os passageiros que desembarcam na rodoviária de Araripina, que pertence ao estado pernambucano, sentem é o cheiro podre dos banheiros do terminal. Algumas lojas que funcionam no interior da estação já baixaram as portas porque não há condições de atender a população num ambiente imundo como esse. O governo de Pernambuco abandonou o local. Não há ninguém contratado pelo Estado para fazer a limpeza do ambiente. Quando conseguem comprar água, são os próprios taxistas e funcionários do guichês das empresas de transporte que lavam os banheiros e varrem o chão. A situação é degradante e já dura vários meses. Aliás, a última reforma feita no local tem mais de 20 anos.

Posted by Roseilton Oliveira on Friday, March 23, 2018

A insatisfação já tomou conta  de todos que trabalham daquela praça que presenciam às queixas dos passageiros por não ter apoio no Terminal  Rodoviário com banheiros limpos, mais falta água até mesmo para lavar o rosto.

 

Taxista Lenício trabalha no Terminal de Araripina.

O Taxista Lenicio desabafa “Estamos todos os dias aqui vivendo uma situação deplorável e de abandono por parte dos responsáveis em manter o Terminal limpo e organizado, pedimos pelo amor de Deus, que os responsáveis venham assumir seus compromissos de manter o Terminal funcionando, ao menos a limpeza, porque queremos trabalhar em paz”. Concluiu o taxista.

Caixa D’água vazia

Vereadores João Erlan e Roseilton Oliveira ao lado de outros parlamentares constatam veracidade do abandono no Terminal Rodoviário da cidade.

Alguns vereadores estiveram visitando o local e averiguaram que realmente o terminal está vivenciando de forma precária e vergonhosa e também pediram encarecidamente uma ação dos poderes competentes para melhorar a qualidade do terminal para atender de forma digna os transitantes que passam diariamente por Araripina.

 

EX-PREFEITO DE PETROLINA JULIO LOSSIO ANUNCIA PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO DE PERNAMBUCO

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O ex-prefeito do município de Petrolina, Julio Lossio, deu inicio a maratona de vistas a municípios pernambucanos para anunciar oficialmente que é pré-candidato ao governo do estado. Lossio esteve nesta quinta-feira (28) nas cidades de Santa Maria da Boa Vista, Orocó e Cabrobó. O ex-prefeito concedeu entrevistas e falou de suas pretensões políticas para o ano de 2018, em Cabrobó Lossio concedeu entrevista ao radialista Mario Souza da Radio Grande Rio FM.

Julio Lossio disse ao entrevistador que pretende levar ao estado com o “Pernambuco Pode Mais”, a idéia de que é preciso pensar num estado com menos violência e consequentemente com o cidadão se sentindo mais seguro e com um estado avançando dando oportunidades para as pessoas. Perguntado pelo radialista sobre o futuro partido político, Julio Lossio disse que tem conversa adianta com alguns partidos como a REDE, no entanto, para o ex-prefeito a prioridade nesse momento não é um partido político e sim apresentar o “Pernambuco Pode Mais” que tem como objetivo discutir alternativas para o estado de Pernambuco.

No finalzinho da entrevista o radialista Mario Souza provocou o pré-candidato sobre com quem ele estaria disposto a sentar para falar de alianças, sobre o senador Fernando Bezerra Coelho, o ex-prefeito Julio Lossio foi enfático ao afirmar que com FBC pode até conversar, pode até conversar, mas não tem como andar junto. Em relação ao senador Armando Monteiro, Julio disse que o petebista não vem sendo visto com bons olhos pelos pernambucanos pelo fato de o mesmo está ao lado de quem apoiou a derruba de Dilma. O mesmo ele pensa do ministro Mendonça Filho. Julio tambem disse que já conversou com Odacy Amorim e Maria Arraes.

Julio Lossio foi eleito prefeito de Petrolina em 2008 e reeleito em 2012,  atualmente está licenciado do PMDB e começa a pavimentar a estrada rumo ao Palácio do Campo das Princesas. O ex-prefeito da principal cidade do sertão pernambucano, pretende visitar todas as cidades do estado para apresentar o projeto “Pernambuco Pode Mais”. As proximas cidades que vai receber a visita do ex-prefeito Julio Lossio são Salgueiro, Cedro e Serrita.

A entrevista completa do ex-prefeito Julio Lossio concedida ao radialista Mario Souza, você vai ouvir no programa Nossa Voz da Radio Grande Rio FM 100,3 que vai ao ar daqui a pouco as 12:00 horas.